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sexta-feira, 26 de junho de 2015

'Encontro' reúne Sá & Guarabyra, Flávio Venturini e 14 Bis em Brasília


Fonte: G1 (DF)
Fotos: Reprodução
Edição: Jorge Luiz da Silva
Serrinha, BA (da redação Itinerante)
Integrantes do 14 Bis, Flávio Venturini e Sá & Guarabyra, que se apresentam juntos neste sábado (27), em Brasília (Foto: Paulo Ty/Divulgação)

Os sete músicos se apresentam juntos no sábado, no Ulysses Guimarães.Repertório traz sucessos como 'Espanhola', 'Dona' e 'Caçador de mim'.

Amigos fora dos palcos e estúdios, Flávio Venturini, Sá & Guarabyra e 14 Bis se reúnem no mesmo espaço em Brasília para interpretar alguns dos maiores sucessos de suas carreiras.

O show “Encontro Marcado” é atração no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, no próximo sábado, às 21h, e os ingressos custam a partir de R$ 70.

Apesar da amizade entre os músicos, esta é a primeira vez que cantor, dupla e banda sobem ao palco juntos. Flávio Venturini foi integrante do 14 Bis até 1988 e fez uma turnê com o grupo em 2012. Cláudio Venturini, irmão dele, continua entre os músicos.

Os sete artistas chegaram em São Paulo para tentar a vida artística há cerca de 40 anos. Alguns deles acabaram dividindo moradia. Da amizade e da parceria musical surgiram composições como “Espanhola”, escrita por Flávio e Guarabyra, e “Caçador de mim”, de Sá e Sérgio Magrão (baixista do 14 Bis). As duas estão no repertório.

A lista de músicas para o show conjunto inclui clássicos da época em que Sá e Guarabyra dividiam o palco com Zé Rodrix, como “Mestre Jonas”, “Primeira canção da estrada”, “Me faça um favor” e “O pó da estrada”. Da fase como dupla, estão “Sobradinho” e “Dona”.

Flávio contribui com o repertório com músicas desde a época da banda O Terço, que também teve Magrão como integrante. “Criaturas da noite”, composta em parceria com Sá, é desta fase. Também são de Venturini “Nascente”, Céu de Santo Amaro” e “Noites com sol”. Entre os sucessos do 14 Bis estão “Planeta sonho”, “Todo azul do mar”, “Nave de prata” e “Linda juventude”.

“Imagina você ter amigos há mais de 40 anos e, depois de tanto tempo, ter a oportunidade de se reunir para tocar e viajar. É isso o que está acontecendo agora".Luis Carlos Sá, da dupla Sá & Guarabyra


Outra composição do show é “Canção da América”, composta por Milton Nascimento e Fernando Brant, que foi gravada pelo 14 Bis no disco de estreia da banda, em 1979.

“Imagina você ter amigos há mais de 40 anos e, depois de tanto tempo, ter a oportunidade de se reunir para tocar e viajar.

É isso o que está acontecendo agora”, afirma Luis Carlos Sá. Foi ele quem conduziu as conversas para tornar o encontro possível, ao lado do produtor musical Gegê Lara.

“A ideia é irresistível porque, além de músicos competentes, são também responsáveis por um repertório que acompanha gerações”, diz Gegê.

A turnê do "Encontro Marcado" teve início em março, em Belo Horizonte, de onde vieram Flávio e 14 Bis. Os músicos já se apresentaram em diversas cidades brasileiras, como Juiz de Fora e Rio de Janeiro. Nesta sexta (26), os artistas se apresentam em Goiânia. Segundo os músicos, a ideia é que a série de shows se transforme em CD ao vivo e DVD.

Encontro Marcado

Show com Flávio Venturini, Sá & Guarabyra e 14 Bis

Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães

Data: sábado (27)
Horário: 21h00

Ingressos: poltrona superior - R$ 70; poltrona especial - R$ 100

vip lateral - R$ 120; poltrona vip - R$ 150
Classificação: 16 anos.




quinta-feira, 25 de junho de 2015

Frank Sinatra será tema de exposição no MIS de São Paulo em 2016


Fonte: G1 (São Paulo)
Edição: Jorge Luiz da Silva
Serrinha, BA (da redação Itinerante)


O cantor Frank Sinatra nos anos 50
(Foto: AFP)

O Museu da Imagem e do Som de São Paulo anunciou nesta quarta-feira (24) uma exposição dedicada a Frank Sinatra, prevista para julho a outubro de 2016.

Com curadoria do Grammy Museum at L.A. Live, em colaboração com a família do cantor e a New York Public Library for the Performing Arts, a mostra celebra o centenário do artista.

Originalmente intitulada "Sinatra: An American Icon" (Sinatra: um ícone americano), a exposição apresentará pela primeira vez objetos pessoais, cedidos pela família do artista norte-americano.

De acordo com a instituição, serão exibidas fotos, correspondências raras, obras de arte e gravações.

Entre cerca de 200 itens, vão estar o seu primeiro Oscar, de 1945; seu famoso chapéu de feltro; passaporte; caderneta de endereços; um vídeo de família com seus filhos e netos; uma jukebox com mais de 80 músicas de seu repertório; e trechos de seus principais filmes.

As próximas exposições do MIS-SP são "Truffaut: um cineasta apaixonado" (julho a outubro de 2015), Tim Burton (fevereiro a junho de 2016), uma exposição de fotos de Martin Parr que acontece dentro do Maio Fotografia (junho e julho de 2016) e Renato Russo (2017).



James Taylor lidera parada americana pela primeira vez em 50 anos


Fonte: G1.Globo.com
Informações: France Press
Edição e arte: Jorge Luiz da Silva
Serrinha, BA (da redação Itinerante)


Cantor James Taylor se apresenta durante homenagem às vítimas dos atentados de 11 de setembro de 2001 (Foto: Brian Snyder/Reuters)

Pela primeira vez em quase cinquenta anos de carreira, um álbum do músico de folk rock James Taylor alcançou o primeiro lugar no ranking americano dos melhores discos.

O novo álbum do cantor de 67 anos, "Before this world", lançado em 15 de junho, lidera a parada de sucessos da revista Billboard, com 98 mil unidades vendidas (incluindo downloads e streaming), de acordo com o instituto Nielsen Music.

O primeiro álbum de Taylor foi lançado em 1968, e 11 de seus álbuns estiveram entre os 10 melhores, mas nenhum tinha alcançado o primeiro lugar.

"Before this world", o primeiro álbum inteiramente novo de Taylor desde 2002, marca o retorno ao um folk-rock nostálgico.

O cantor britânico Sting e o violoncelista sino-americano Yo-Yo Ma participaram do álbum.



segunda-feira, 22 de junho de 2015

Ivete Sangalo e Criolo batem recorde de público em show


Fonte: O Fuxico
Fotos: Ag News
Edição: Jorge Luiz da Silva
Serrinha, BA (da redação Itinerante)




Eles cantaram na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, para 120 mil pessoas, neste domingo (21)

Ivete Sangalo e Criolo seguem a turnê por várias capitais brasileiras em homenagem a Tim Maia, entoando vários dos sucessos do cantor. Mas, na noite deste domingo (21), tiveram uma surpresa e tanto: cantaram para 120 mil pessoas, recorde de público da turnê, organizada pela Nivea.

Os cariocas tiveram coragem para sair de casa mesmo com uma nuvem que ameaçou cair durante toda a tarde na Cidade Maravilhosa. E, talvez por respeito aos sucessos reproduzidos pelos cantores – junto do coro do público – a chuva nem veio.

Dentre as 120 mil pessoas na plateia, Carolina Dieckmann, Preta Gil, Rodrigo Godoy, Bruna Marquezine, Sasha, entre outros famosos também prestigiaram a dupla de cantores.

“Que festa linda!”, disse Veveta no Instagram, ao mostrar uma foto panorâmica durante o show, com a praia ao fundo.
Um arraso




Pavement anuncia coletânea de raridades


Texto: Tate Montenegro
Fonte: Território da Música
Edição: Jorge Luiz da Silva
Serrinha, BA (da redação Itinerante)

Foto: Reprodução




Em abril o Pavement disse que havia “ótimas notícias chegando logo”, e agora aparentemente o significado dessa mensagem foi revelado: o grupo anunciou a primeira de cinco compilações que vai lançar, contendo músicas associadas à era de cada disco da banda.

“The Secret History, Vol. 1”, que deve chegar ao mercado dia 11 de agosto pela Matador Records, é uma coleção de 30 músicas da época do álbum de estreia do Pavement, “Slanted and Enchanted” (1992), incluindo lados B, raridades, John Peel Sessions, e registros de um show na Brixton Academy em 1992.

O LP duplo também inclui ensaios escritos por Stephen Malkmus e Scott Kannberg, fundadores da banda, e de executivos da agência Billions Corporation e das gravadoras Matador e Drag City. A arte da capa foi criada por Rob Carmichael, que já trabalhou com Animal Collective, Dirty Projectors e Real Estate, entre outros.

Todas as faixas que compõem o repertório de “The Secret History, Vol. 1” já haviam sido incluídas no relançamento “Slanted and Enchanted: Luxe & Reduxe”, de 2002, que havia sido disponibilizado somente em formato digital. 25 das 30 faixas estão saindo em vinil pela primeira vez.

01. Sue Me Jack
02. So Stark (You're a Skyscraper)
03. Summer Babe (7" Version)
04. Mercy Snack: The Laundromat
05. Baptist Blacktick
06. My First Mine
07. Nothing Ever Happens
08. Here (Alternate Mix)
09. Greelander
10. Circa 1762 [Peel Session 1]
11. Kentucky Cocktail [Peel Session 1]
12. Secret Knowledge of Backroads [Peel Session 1]
13. Here [Peel Session 1]
14. Rain Ammunition [Peel Session 2]
15. Drunks With Guns [Peel Session 2]
16. Ed Ames [Peel Session 2]
17. The List of Dorms [Peel Session 2]
18. Conduit for Sale [Live Brixton 1992]
19. Fame Throwa [Live Brixton 1992]
20. Home [Live Brixton 1992]
21. Perfume-V [Live Brixton 1992]
22. Summer Babe [Live Brixton 1992]
23. Frontwards [Live Brixton 1992]
24. Angel Carver Blues/Mellow Jazz Docent [Live Brixton 1992]
25. Two States [Live Brixton 1992]
26. No Life Singed Her [Live Brixton 1992]
27. So Stark (You're a Skyscraper) [Live Brixton 1992]
28. Box Elder [Live Brixton 1992]
29. Baby Yeah [Live Brixton 1992]
30. In the Mouth a Desert [Live Brixton 1992]





domingo, 21 de junho de 2015

Musicais trazem a energia de Tim Maia e Chorão à Virada Cultural de SP


Texto: Paulo Toledo Piza
Fonte: G1.Globo.com (São Paulo)
Edição: Jorge Luiz da Silva.
Serrinha, BA (da redação Itinerante)

Tiago Abravanel canta os sucessos de Tim Maia no Palco Princesa Isabel .(Foto: Victor Moriyama/G1)

Tiago Abravanel cantou os sucessos de Tim Maia.Em seguida, espetáculo reviveu a trajetória da banda Charlie Brown Jr
.

O Palco Princesa Isabel da Virada Cultural de São Paulo teve na noite deste sábado homenagens aos cantores Tim Maia e Chorão em dois tributos que contagiaram o público.

O cantor e ator Tiago Abravanel fez uma releitura dos sucessos do 'Síndico' e soltou a voz para cantar "Vale tudo', 'Descobridor dos setes mares' e 'Não quero dinheiro'.

Ao cantar o sucesso 'Vale Tudo', de Tim Maia, Tiago Abravanel mudou o fim da música dizendo que vale, sim, dançar homem com homem e mulher com mulher'.

Quando começou a cantar "Festa de Santo Reis", deu branco no neto de Silvio Santos.
Sem conseguir se lembrar da letra, Tiago murmurou e pediu ajuda do público
Abravanel disse que Tim Maia considerava que metade de suas músicas eram "mela cueca" e a outra metade, "esquenta sovaco".

Em seguida, cantou " Eu amo você".
E encerrou o show com os versos "a semana inteira, fiquei esperando, pra te ver sorrindo, pra te ver cantando, quando a gente ama, não pensa em dinheiro, só se quer amar".


VIRADA CULTURAL - Sábado (22h): Tiago Abravanel canta os sucessos de Tim Maia no Palco Princesa Isabel (Foto: Victor Moriyama/G1)



Público vê o show de Tiago Abravanel no Palco Princesa Isabel(Foto: Victor Moriyama/G1)

Já o musical "Dias de luta dias de glória" começou com algum atraso para contar a história da banda Charlie Brown Jr., desde o início em Santos até a morte do vocalista, Chorão, em 6 de março de 2013.

Durante pouco mais de uma hora, atores intercalaram rapidos trechos de atuação com canções de todas as fases da banda. Apesar de alguns problemas nos microfones dos atores e do atraso de quase 50 minutos, o público não parou de cantar e pular.

A madrugada teria ainda a atriz Mel Lisboa encenando Rita Lee e ainda um tributo a Noel Rosa.


VIRADA CULTURAL - Domingo (1h30): Musical revive o sucesso do Charlie Brown Jr. e faz homenagem ao cantor Chorão na Praça Princesa Isabel (Foto: Victor Moriyama/G1)




Musical revive o sucesso do Charlie Brown Jr. e faz homenagem ao cantor Chorão
(Foto: Victor Moriyama/G1)


Musical revive o sucesso do Charlie Brown Jr. e faz homenagem ao cantor Chorão
(Foto: Victor Moriyama/G1)

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Roberto Carlos será homenageado no Grammy Latino 2015


Fonte: G1 (São Paulo)
Edição: Jorge Luiz da Silva
Salvador, BA (da redação Itinerante)

Rei Roberto Carlos encantou os convidados na gravação de seu 41º especial de fim de ano na TV Globo (Foto: Isac Luz / Ego)

Cantor é escolhido como personalidade do ano pela Academia. Show tributo será no dia 18 de novembro, um dia antes da premiação.

A Academia Latina da Gravação, responsável pela organização do Grammy Latino, elegeu nesta terça-feira (16) o cantor Roberto Carlos como personalidade do ano e irá homenageá-lo nesta edição da premiação.

"Seu imenso talento, paixão e dedicação à sua arte fizeram dele um dos maiores cantores e compositores da música latina. É com grande orgulho que homenageamos esse tesouro musical e estamos ansiosos por celebrar sua carreira e seu inesquecível legado", declarou Gabriel Abaroa Jr., presidente da Academia, em comunicado.



Um show tributo a Roberto Carlos será realizado no dia 18 de novembro, em Las Vegas, nos Estados Unidos, um dia antes da entrega dos prêmios do 16º Grammy Latino.

Roberto Carlos se junta a um time de grandes artistas homenageados anteriormente, como Caetano Veloso, Miguel Bosé, Plácido Domingo, Juan Luis Guerra, Carlos Santana e Shakira, entre outros.



Miley Cyrus arrecada para pesquisas da Aids com revista de Caitlyn Jenner


Fonte: G1.Globo.com
Informações: Reuters
Fotos: Reprodução
Edição: Jorge Luiz da Silva
Salvador, BA (da redação Itinerante)

Miley Cyrus faz show em São Paulo na noite desta sexta-feira (26) Foto: Flavio Moraes/G1

Miley Cyrus arrecada para pesquisas da Aids com revista de Caitlyn Jenner.
Cantora juntou US$ 69 mil durante leilão de gala da amfAR.
Capas da 'Vanity Fair' estavam autografadas.


A cantora pop Miley Cyrus espalhou gliter e tinta sobre capas de revista com a foto da estrela de reality show e transgênero Caitlyn Jenner e as doou durante um leilão de gala, arrecadando US$ 69 mil para pesquisas da Aids.

O ex-atleta olímpico Bruce Jenner, que vem fazendo uma transição para a nova vida como mulher, revelou seu novo nome, Caitlyn Jenner, no início deste mês, quando apareceu na capa da revista Vanity Fair com um espartilho branco sem alça.

Miley decorou o cabelo e o espartilho de Caitlyn com cores ousadas e deu as duas capas personalizadas para a Fundação para Pesquisas da Aids (amfAR, na sigla em inglês). As capas ainda foram autografadas por Caitlyn.

A instituição de caridade aproveitou o Inspiration Gala, que realizou em Nova York na noite de terça-feira, para homenagear a cantora de 22 anos e dona de sucessos como “Wrecking Ball” e o apresentador de televisão norte-americano Andy Cohen por seu apoio à luta contra a Aids.

“Não me sinto merecedora.... isto é demais”, disse Miley no tapete vermelho do evento. Ela também é conhecida por sua Fundação Happy Hippie, que ajuda a arrecadar fundos e conscientizar as pessoas a respeito do público LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros) e dos jovens sem-teto.

Bruce Jenner na capa da 'Vanity Fair' (Foto: Divulgação)




quarta-feira, 17 de junho de 2015

Grupo do DF quer transformar espaço Renato Russo em memorial do cantor


Fonte: G1 (DF)
Imagens: Reprodução - Google.com.br
Edição: Jorge Luiz da Silva
Salvador, BA (da redação Itinerante)


Grupo que gravou vídeo para petição é formado pela irmã de Renato Russo, Carmem Manfredini (de preto à esquerda), e amigos da família (Foto: Luciana Amaral/G1)

Fãs do artista gravaram vídeo pedindo assinaturas para petição online. Intuito é entregar documento ao governador; irmã do artista apoia ideia. Luciana Amaral

Um grupo interessado em transformar o Espaço Cultural Renato Russo, em Brasília, em um memoral para o cantor gravou na manhã desta terça-feira (16) um vídeo pedindo apoio e assinaturas em uma petição pública online na igreja Dom Bosco, na 702 Sul. O intuito dos organizadores é entregar o documento, juntamente com um projeto arquitetônico, ao governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg.

O registro feito nesta terça contou com a participação da irmã do músico, Carmem Manfredini, e de amigos da família. O espaço cultural se localiza na 508 Sul, mas está fechado desde 20 de dezembro de 2013.

O centro cultural existe desde a década de 1970, mas apenas em 13 de setembro de 1993 recebeu o nome do líder da Legião Urbana.

O espaço foi interditado pela Agefis e pelo Corpo de Bombeiros por não seguir normas de acessibilidade e segurança. Obras de adequações nunca foram feitas, segundo a Secretaria de Cultura.

A petição pode ser acessada em grupos chamados "Memorial Renato Russo" em redes sociais. Até esta terça, o grupo havia conseguido cerca de 100 assinaturas.

"Queremos entregar até dia 27 de março, aniversário de nascimento de Renato. Se estiver interessado, [Rollemberg] tem de fazer uma reforma visando a revitalização do espaço, que tem uma longa jornada cultural", diz o produtor cultural Hans Tramm, amigo do músico e idealizador da homenagem. "A ideia é continuar com o lugar dedicado às artes, mas com um acervo de objetos pessoais de Renato."


O Espaço Cultural Renato Russo, na W3 Sul, em Brasília (Foto: Luciana Amaral/G1)

Vídeo

O vídeo mostra uma mulher que perde um anel do lado de fora da igreja Dom Bosco. O objeto é achado por um homem, que procura a dona, mas não a encontra. Durante a busca, ele entra no santuário, é cercado por uma fumaça, personifica o Renato Russo e então canta "Monte Castelo".

Contanto que não seja ligado a empresas e não tenha conotação política nem ideoloógica, tudo bem. Queria desvincular isso de qualquer coisa, foi um dos meus pré-requisitos. É de fã para fã, de coração. Para enaltecer a memória do Renato. Também não é só por causa do nome do meu irmão, ali era um espaço muito efervescente. Ainda mais em uma área tão central."
Carmem Manfredini, irmã de Renato Russo

"Será uma pedra ametista, que o personagem vai relacionar com os vitrais. Ela também representa a cura, a purificação", afirma o diretor do vídeo, o professor de inglês Paulo Castelo.

A produção conta com a participação de Célia Porto e Nilson Júnior e deve ficar pronta em 15 dias. O material será divulgado na internet.

Para Tramm, é preciso devolver o centro para a cidade e desenvolver uma homenagem mais concreta ao cantor. "Tem uma demanda enorme de turistas que vêm a Brasília, procuram o espaço achando que vai ter alguma coisa e ficam decepcionados."
Pré-requisito

Carmem Manfredini diz que apoia o projeto desde que não esteja relacionado a empresas ou a pessoas específicas. "Contanto que não seja ligado a empresas e não tenha conotação política nem ideológica, tudo bem. Queria desvincular isso de qualquer coisa, foi um dos meus pré-requisitos. É de fã para fã, de coração. Para enaltecer a memória do Renato. Também não é só por causa do nome do meu irmão, ali era um espaço muito efervescente. Ainda mais em uma área tão central."

A irmã do artista afirma que na época da morte do cantor não esperava que o legado fosse levado adiante por tanto tempo. "Foi uma surpresa muito grande. A gente imaginava que em até um ano e meio ninguém mais ia se lembrar dele. Não somos um país que tem essa tradição, ainda mais com roqueiro. Só que todo ano só aumenta."



terça-feira, 16 de junho de 2015

Sheppard vem ao Rock in Rio com pop de arena: 'Coldplay é influência'


Texto: Braulio Lorentz
Fonte: G1 (São Paulo)
Fotos: Divulgação
Edição: Jorge Luiz da Silva.
Salvador, BA (da redação Itinerante)


A banda australiana Sheppard, com Amy de cabelo azul (Foto: Divulgação/Universal)

Banda australiana toca no dia da Rihanna: 'Ainda não consigo entender'. Vocalista fala de 'Geronimo', música com 50 milhões de views no YouTube.

Tem banda que fica ofendidinha quando se pede uma definição do som.
Mas o Sheppard, que toca no penúltimo dia de Rock in Rio, não tem esse tipo de frescura.
"Somos uma mistura de Imagine Dragons e Mumford and Sons", define a vocalista Amy, em entrevista por telefone ao G1. Ela cita também Coldplay: "Como eles, a gente não escolheu tocar em estádios. O Coldplay é a nossa maior influência para fazer rock de arena".

As citações dela fazem sentido. Basta ouvir a música mais conhecida do Sheppard, "Geronimo", que tem 50 milhões de views no YouTube. Tem refrão grudento, para cantar em estádios, com um pouco de folk, percussão forte e falsetes de montão (Ouça a música e tente não ficar com os versos na cabeça).

Amy não teve muito trabalho para escrever "Geronimo". "Ficamos duas horas sentados à mesa da cozinha. Criamos um riff no camarim de um show e começamos a pensar... Daí um tempo depois, sentamos para escrever", recorda ela.

"A gente tinha a melodia, cantava 'la-di-da la-di-da', mas não sabíamos qual palavra usar no refrão... Daí algum de nós, nem lembro mais quem, disse que tinha essa expressão que se grita quando pula de uma cachoeira, por exemplo", explica.


Amy, da banda Sheppard, que toca no Rock in Rio
(Foto: Reprodução/Instagram/AmySheppard)

Banda de irmãos.

O Sheppard do nome da banda vem do sobrenome de três dos integrantes: Amy, George (vocalista e tecladista) e Emma (baixista). "A gente se dá bem. No fim do dia, sempre seremos irmãos". Os três são de Papua Nova Guiné, na Oceania. Mas o Sheppard começou a fazer seus primeiros shows e gravações na cidade australiana de Brisbane, em 2009.

Mesmo pouco falado no Brasil, vão cantar no Palco Mundo na noite de 26 de setembro, logo antes de Rihanna e Sam Smith. E depois de Lulu Santos. "Não acredito que estaremos no mesmo palco deles. Ainda não consigo entender."

Cabelo azul

Por aqui, Amy não terá tempo para ir a cachoeiras. Mas se contenta em ver "pessoas jogando futebol na rua". Também sabe que terá que responder fãs sobre seu chamativo cabelo azul.

"Sempre perguntam", diz, provavelmente fazendo cara de resignada do outro lado da linha. "Eles tem até tipo um fã-clube para o meu cabelo. Decidi pintar e foi ficando. Ele ajuda a fazer com que se lembrem da banda. É parte da minha identidade."

Mas o que mais pesa para o som do grupo é o fato de terem vozes de mulher e homem à disposição do Sheppard. "Podemos pensar mais nas harmonias vocais", reconhece. "A gente tem duas vozes fortes. Podemos escrever canções levando em conta tons diferentes."

A banda australiana Sheppard, com Amy de cabelo azul
(Foto: Divulgação/Universal)

Empresário do Justin Bieber

Além das músicas da estreia em disco, "Bombs away" (2014), os shows costumam ter pelo menos uma cover de outro artista. Eles já tocaram "Rude", do Magic!; "Royals", da Lorde; e "Habits (Stay High)", da Tove Lo. "Olhamos nas paradas procurando boas melodias."

Na tentativa de estourar nos Estados Unidos, o Sheppard tem Scooter Braun como aliado. Ele é empresário da banda. E do Justin Bieber. "Tem sido fantástico. Ele nos ajuda muito e quer nos ajudar a ficar maiores. O cara é cheio de contatos, algo valioso pra gente", diz Amy.



Líder do Sex Pistols volta cheio de fúria em nova autobiografia


Fonte: G1.Globo.com
Informações: EFE
Fotos: Reprodução
Edição: Jorge Luiz da Silva.
Salvador, BA (da redação Itinerante)

Prestes a completar 60 anos, John Lydon ressurge no cenário musical. Ele também prepara novo álbum com sua banda Public Image Ltd.

Prestes a completar 60 anos, John Lydon, ex-Sex Pistols, ressurge no cenário musical com uma biografia, "Anger is an Energy: My Life Uncensored" e um novo álbum com sua banda Public Image Ltd (PiL).

Também conhecido como Johnny Rotten, o líder do movimento punk publicou suas memórias "sem censura", onde não poupa fúria e graça contra seus inimigos frequentes e outras personalidades.

Lydon tem uma história difícil.
Nascido em 1956 em Londres, ele viveu uma infância pobre como um personagem de Charles Dickens - "venho do lixo", declarou.

Ele alcançou a fama universal como o cantor da banda punk mais famosa de todos os tempos, os Sex Pistols.

Foi Lydon que, no 25º aniversário da coroação da rainha Elizabeth II, em 1977, popularizou o verso "Deus salve a rainha e seu regime fascista". E foi detido, surrado, cuspido, odiado e, sobretudo, alcançou a glória.

Nesta autobiografia, a segunda de sua vida, há algumas lembranças das primeiras memórias escritas por esse ególatra incorrigível, publicada em 1993 e intitulada "Rotten: No Irish, No Blacks, No Dogs".

Neste novo volume, de mais de 600 páginas, ele vai mais longe e confessa que a ira foi a energia que moveu sua vida. Ela começa na Londres do pós-guerra, onde teve meningite, era tratado pelas freiras como 'o sinal do diabo'. Anos depois, afirmou que o catolicismo "é letal para os cantores".

E vieram as drogas. Rotten lembrou o pacotinho de heroína com que a mãe de Sid Vicious presenteou o filho pelo seu aniversário e das botas da estilista Vivienne Westwood.

Ele criticou seu falecido agente, Malcom McLaren, chamando-o de "desastre" e "covarde".
Sem dúvida, ele mostra no livro uma língua ferina em estado de fúria. Mas não é para se ofender: John Lydon foi talvez o primeiro britânico que disse "merda" em um programa da "BBC", e esse "dom para as línguas" é destilado em toda a biografia.

O 'avô' do punk distribui as cartas e sempre ganha. "Beyoncé, Rihanna, Jay-Z são tipo Las Vegas. Na realidade, não há muito mais por trás. A música nos anos 70 foi tão emocionante porque havia coisas muito diferentes, não como agora", comentou.
Essa atitude durona se mantém em toda a narrativa, embora a fluidez ao contá-la (com a colaboração do jornalista musical do "Telegraph", Andrew Perry) faz o leitor perdoar o permanente ataque de superego do tipo "qualquer coisa que eu faça é punk" ou outras tolices que aparecem impressas sem complexos.


John Lydon, vocalista do PiL, em show no terceiro dia do festival inglês (Foto: Jim Ross/Invision/AP)

Johnny Rotten dedicou parte do livro a reivindicar o papel de seu grupo PIL na transformação mundial da cultura popular. É uma forma de defender seus 40 anos de carreira acima do mito que, de forma bipolar, alimenta as páginas destas memórias.



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