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quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

O Anjo Pequeno de Lane Helena


Texto e edição: Jorge Luiz da Silva
Imagens: Arquivo pessoal e Google.com.br
Salvador, BA (da redação Itinerante)



A matéria que eu escrevi e postei em 12 de abril de 2013, aqui no blog da JOLUSI FM sobre o disco gravado pela cantora Lane Helena em 1983, despertou a curiosidade de um pesquisador musical, da sua própria filha e de outras pessoas que inclusive entraram em contato demonstrando interesse no seu trabalho musical.


Infelizmente eu não consegui um aparelho com a qualidade que eu queria para converter as músicas do compacto simples em MP3, mas, com uma razoável qualidade deu para mostrar a obra da minha amiga para os seus fãs.


Inclusive resolvi elaborar e produzir um vídeo para postar no YouTube.



A música “Anjo Pequeno” é parte integrante no Lado A, do seu primeiro compacto-simples.

Uma composição de Tyrço de Roma.


Clique no link abaixo para ver a primeira matéria sobre a cantora Lane Helena:






Clique no link abaixo para assistir o vídeo da música "ANJO PEQUENO", de Tyrço de Roma, na oz de Lane Helena.







segunda-feira, 7 de julho de 2014

Catolé continua na luta usando o humor como arma.



Texto e Edição: Jorge Luiz da Silva.
Imagens: FaceBook
Serrinha, BA (da redação Itinerante)


 



Aílton Chaves nasceu em Alagoas, mas reside em Salvador desde 1979, onde se tornou um grande artista popular.

No início dos anos 80, nos encontramos algumas vezes nos programas locais da TV Itapoan, que sempre valorizou a prata da casa.

Eu, divulgando as minhas músicas e ele mostrando as suas qualidades e o seu talento.
Fazendo humor para crianças de zero a oitenta anos.

Há muitos anos não nos comunicávamos.

Mas esta semana ele descobriu o meu endereço eletrônico e me enviou uma mensagem com o seguinte teor

Olá amigo Jorge Luiz”!
Sempre que possível estou ligado na JOLUSI FM
Eu sou Carlitos  Chaolin.
Moro em Salvador.
Inclusive quero lhe dizer que ainda tenho o seu disco gravado em 1982.
Um sucesso na época...
Grande abraço do Catolé Show
Humorista - Ailton Chaves (o Catolé)







terça-feira, 27 de agosto de 2013

Um pouco da história do cantor e compositor Fredson

Fonte: jornalpp.com.br
Informações: Memoria do Rádio Baiano
Edição: Jorge Luiz da Silva
Salvador, BA (da redação Itinerante do Blog da JOLUSI FM).


Fredson nasceu no dia 25 de março de 1937, na cidade de Nazaré-Bahia, filho de Arlindo Cerqueira da Silva e de Olímpia de Jesus Cerqueira; é casado com Vera Brito Cerqueira.

Tem três filhos: Ricardo Brito Cerqueira, Cátia Cristina Cerqueira e Fredson Brito Cerqueira Junior.

Ele mora em Salvador/Bahia.
Trabalha na Rádio Povo AM, de Feira de Santana/Bahia, onde se apresenta todos os domingos das 12h às 14h.

Fredson começou a carreira como radialista e locutor na Rádio Globo do Rio de Janeiro e trabalhou em vários rádios na Bahia.

O cantor e compositor Fredson foi um dos integrantes do Trio Melodia, na década de 1960.
Ele se lançou na carreira solo quando gravou seu primeiro disco pela gravadora Caravelle com as músicas: “Aniversário do Meu Bem” e “Oh! Meu Imenso Amor”, esta última canção de Roberto Carlos e Erasmo Carlos que foi um grande sucesso com o Rei naquele mesmo ano.

Em seguida, Fredson lançou outro disco compacto de sucesso, contendo as canções: “Até  no Inferno Eu Vou lhe Buscar” e “ Por que Me Apaixonei”.
O seu primeiro LP saiu no de 1970, porém não teve grande repercussão.
Somente em 1971, com o LP “Volume 2” é que o sucesso começou a bater na sua porta com a primeira faixa “Dolores Sierra”, um clássico já gravado por “ Nelson Gonçalves”e outros artistas, voltando ao sucesso com a nova roupagem, feita pelo cantor

No ano de 1973, a exemplo de outros artistas, Fredson saiu do elenco da gravadora Caravelle, assinou contrato com a gravadora Beverly e lançou um ótimo álbum, que incluía os sucessos “Que Saudade é Essa”, “Viajei com Você” e a canção ufanista “Oh, Meu Brasil, Como te Amo”, esta música exaltava o Movimento Brasileiro de Alfabetização, o famoso Mobral a ensinar tanta gente: “Oh! Meu Brasil teu povo é tão feliz”...

Mas a trajetória do cantor Fredson foi mesmo no campo da música romântica, no qual fez muito sucesso e emplacou várias músicas nas paradas.


Fredson gravou mais de 20 trabalhos com várias composições gravadas e sempre com o seu nome como titulo dos mesmos.
Em meados dos anos 70, voltava para a sua Bahia querida, e ao lado do Tony Cesar, outro grande ídolo popular do Rádio Baiano, lotavam os circos que visitam as cidades do interior da Bahia.
Os dois eram fenômenos de publico.
Eles na época eram da Rádio Sociedade da Bahia.



O cantor e compositor Fredson foi um dos integrantes do Trio Melodia. (Fotos:Divulgação)


Fredson, meu amigo e parceiro
Por: Jorge Luiz da Silva


O Cantor e Compositor Fredson passou a fazer parte do nosso rol de amigos no início dos anos 80.
Fizemos vários shows em circos, juntamente com o Tony Cesar, que depois também se tornou meu parceiro nas músicas Conselho de Amigo e Você Bateu na Porta Errada.
Nós três nos tornamos na época campeões de bilheteria nos diversos circos onde nos apresentávamos.

E foi exatamente em 1984 que resolvi gravar uma música de minha autoria em parceria com o meu empresário Evandro Martins e com o meu amigo Fredson.
Mas ficou só naquela composição, porque logo depois tivemos que percorrer caminhos diferentes.




Música integrante do meu primeiro LP (Conselho de Amigo), em 1984
e regravada no segundo, em 1986 (Não Seja Tímido)

5- SABE? (JORGE LUIZ, EVANDRO MARTINS E FREDSON)

SABE?...
SÓ POR VOCÊ
QUE EU AMO TANTO
VIVO A SOFRER...

SABE?...
SEMPRE DESEJEI
TER VOCÊ EM MEUS BRAÇOS
E AINDA TEREI
PORQUE...

VOCÊ É MINHA VI DA
É TUDO QUE EU QUERO
É TUDO QUE EU QUERO
E DEVE SABER
QUE O MEU AMOR É SINCERO
ELE É SINCERO...

terça-feira, 28 de maio de 2013

Conjunto Musical “deuses” se tornou Grupo Bendegó

Por: Jorge Luiz da Silva.
* Com informações: dicionariompb.com.br

Após o término do Conjunto Musical “OS GATOS” foi formado o melhor Conjunto Musical do interior baiano, na época. “deuses”.
A ideia que se tornou realidade partiu de Gereba, que nasceu em Monte Santo, mas mudou-se para Serrinha, no início dos anos sessenta.
Após alguns encontros com Capenga e Vicente Barreto para bater papo sobre música, em especial e tocar viola, violão e cavaquinho resolveram convidar outros amigos músicos e juntos criaram o conjunto “deuses”, contando com o apoio do Dr. Hamilton Safira.
E fizeram um sucesso tão grande que foi preciso seguir rumo ao sul maravilha para tornar o trabalho que realizavam o mais profissional possível.
Já na Capital Paulista os Conjunto deuses foi rebatizado passando a se chamar “Bendegó”.

Em 1973, o grupo lançou seu primeiro disco, pela Fontana/Philips, no qual foram interpretadas as seguintes músicas: "Chorada", "Desaguou", "Princesa sertaneja", "Bendegó", "Abrolhos", "O gole", "Algazarra de padre", "Bala de ouro", "Rio doloso", "Bonde", e "Zesse feche Zesse", todas da dupla Patinhas e Gereba, além de "Caratacá", de Gereba.

Em 1975, o grupo participou do histórico LP "Jóia", de Caetano Veloso, na faixa "Canto do povo de um lugar", de Caetano Veloso.

Em 1976, já pela Continental, lançou o LP "Onde o olhar não mira", interpretando as músicas "Onde o olhar não mira", de Vermelho, Kapenga, Zeca e Patinhas, "Obrigado bandida", de Patinhas, "Olhos de fogo", de Zeca, Kapenga e Patinhas, "Você e tu", de Gereba e Tuzé de Abreu, "Tierra llena del sol y de luna", de Kapenga, Zeca, Gereba e Patinhas, "O coco louco", de Kapenga e Carlos Eládio, "Palhas de milho", de Kapenga, Vermelho e Patinhas, "O arco-íris trovejou", de Kapenga e Patinhas, e "As muié santa de Canudos", "Além de Arembepe", "Dom Tapanatara", e "Chamego do Vicente", todas de Gereba e Patinhas.

No ano seguinte, o grupo participou do LP "Norte forte", lançado pela gravadora Continental, com as participações de Belchior, Ednardo, Haréton Salvanini, Marcus Vinicius, Fagner, Banda de Pífanos de Caruaru, Tom Zé, João Só, Édson e Aloísio, Tetty, e Orquestra Armorial.

Nesse disco, interpretou "Você e tu", música de Gereba e Tuzé de Abreu.

No mesmo ano, participou do LP "O som de Status", também da gravadora Continental, no qual interpretou "Além de Arembepe".


Fizeram parte desse disco os artistas Edu Lobo, Os Novos Baianos, Conjunto Aquarius, Almôndegas, Sergio Sampaio, Ney Matogrosso, Paulo Chaves, Célia, Fagner, Os Três Morais, e Walter Franco.

Em 1979, foi lançado pela Epic/CBS o LP "Bendegó", que contou com as participações especiais do violeiro Passoca e da cantora Marlui Miranda na faixa "Seguraí", de Gereba, Kapenga e Patinhas.

Estão também no disco as músicas "Ficou bêbado" e "Celacanto e Lerfa-um", ambas de Kapenga, Gereba e Patinhas, "Piriquitamba", de Gereba e Tuzé de Abreu, "Pé de vento", de Gereba, Kapenga e Tuzé de Abreu, "Dança do punhal", de Kapenga e Patinhas, "Pajarito" e "Recuo tático (General inverno)", ambas de Kapenga, "Bom dia violão", de Gereba, "Nem Freud pode", "Paciência Tereza", de Gereba e Patinhas, e "Danças dos Ni", de Gereba e Kapenga.

No mesmo ano, o grupo participou da trilha sonora da novela "Dinheiro vivo", da extinta TV Tupi, interpretando a música "Danças do Ni", de Gereba e Capenga.


Dois anos depois, o grupo voltou a gravar na Continental e lançou o LP "Bendegó", contendo as músicas "Em Nazaré das Farinhas (Topo tudo a todo tempo)", "Coração alheio" e "De mim que fui de mim que sou", de Gereba e Patinhas, "Sem medo (Asa é risco)", de Kapenga e Carlos Pita, "Do I Ching ao Xingú", de Kapenga, Moraes Moreira e Antônio Risério, "Banco de Areia", de Kapenga, João Bá, Gereba e Vidal França, "Os índios e os passarinhos", de Kapenga, Gereba e Patinhas, "Rancheira", de Gereba e Tuzé de Abreu, "Um sinal de amor e de perigo", de Kapenga e Patinhas, "Tempo forte", de Kapenga e João Bá, "De flor em flor", de Gereba, Patinhas e Antônio Risério, e "Lovely Beatles", de Kapenga e Tuzé de Abreu.

Ainda em 1981, o grupo participou, juntamente com Jorge Mello, Vicente Barreto, Téo Azevedo, Gê Maria, Arthur Moreira Lima, Almir Sater, e Rolando Boldrin, do show comemorativo dos dez anos do espaço cultural "Paço das Artes", em São Paulo.

O acontecimento resultou num LP gravado ao vivo e lançado pela Continental, no qual o grupo interpreta "Recuo tátito", de Kapenga.


Em 1986, o Bendegó lançou o LP "LA nave va", pela gravadora 3M, interpretando as músicas "Santa menina sensual do metrô", de Kapenga, Gereba e Capinan, "Cores do Rio", de Gereba e Carlos Pita, "Arrasou minha coisinha", de Gereba e Tuzé de Abreu, "A fonte é viver você", de Kapenga e Patinhas, "Xô xô Pataxó" e "La nave va", de Gereba e Capinan, "Cuba-nagô", de Gereba e Carlos Pita, "Brilho do amor", de Kapenga, Gereba e Tuzé de Abreu, "Dia de mar azul", de Kapenga, João Bá e Barbatana, "A hora H do agora", de Kapenga e Patinhas, "Big Valley", de Gereba e João Bá, e "Pimentinha no forró", de Gereba e Tuzé de Abreu.

Nesse ano, o grupo se dissolveu e seus integrantes passaram a seguir carreira solo.

Quatro anos depois, houve um breve retorno com a participação no LP "Forró bom! - É do ABC!!!", da gravadora Musicolor/Continental, que contou com as participações de Anastácia e César do Acordeom.



Nesse disco o grupo interpretou "Quebra quebra requebra", de Gereba e Charles Negrita, "Engole fogo", de Gereba, Edil Pacheco e Capinan, "Mistérios da natureza", de Kapenga e Carlos Pita, e "Fruta pão", de Gereba e Zeca Bahia.







sexta-feira, 24 de maio de 2013

Adriana, o Anjo Azul

Por: Jorge Luiz da Silva
* com informações do Wikipedia


Não lembro com exatidão se eu conheci a Cantora Adriana, o Anjo Azul, no final de 1967 ou em meados de 1968, mas uma coisa eu nunca esqueci.
Ela foi a cantora que me deu o primeiro “selinho” durante um show, no Teatro do Cine Rio Branco, na Rua João Pessoa, em Aracaju.

Naquela oportunidade eu estava com 13 anos de idade.

Fiquei tão eufórico e radiante que nem queria lavar a boca pra não perder o cheiro dos lábios de Adriana.

Ela estava na Capital Sergipana colhendo os frutos do seu primeiro sucesso.

A primeira gravação da cantora Adriana intitulada originalmente Como Anjo Azul, de Nonato Buzar, mas depois ficou conhecida como Vesti Azul, graças ao estrondoso sucesso que o cantor Wilson Simonal fez com essa canção.

Na verdade, a composição foi feita especialmente para a cantora, mas Nonato Buzar a mostrou para Simonal que pediu permissão para Grava-la.
Foi sucesso absoluto, inclusive com a Própria Adriana que, na época (1967), vendeu 380 mil Cópias.

Devido ao êxito, a cantora foi convidada para participar, ao lado do cantor Márcio Greyck, do filme "Em Ritmo Jovem", de Mozael Silveira , ao lado de Grande Otelo e Vanja Orico.

No Filme Adriana interpreta também a música "La, la , lá ", Lado B do compacto com Vesti Azul, lançado Pelo selo Equipe.

Simonal, que se encantou com a gravação de Adriana, foi o grande incentivador da artista, que o considera um padrinho, assim como Chacrinha, em sua carreira.

Após o sucesso de Vesti Azul, a cantora obteve outro êxito, a música "Viu", em 1968.

Na Seqüência, por indicação de Simonal, foi contratada pela Odeon, onde gravou sucessos, como o samba rock "Justo Nesta noite"; e a romântica "O Que me Importa", regravada por Tim Maia e Marisa Monte.


Adriana, cantora brasileira que estourou nas Paradas de Sucessos do Brasil, na década de 1970 com a música "O Que me Importa", gravada em 1972 pela Odeon.

Em 1972 a Música "O Que me importa" vendeu 380 mil Cópias.

Ganhou vários prêmios e participou de quase todos os Programas de Televisão da época.

Ao Longo da Carreira, principalmente nos Anos 80, colecionou sucessos como "O Amor Que Existe em Mim", "I Love You Baby", "Vou Pra Sempre Te Amar", "Combinado Assim" e outras.

Carioca, filha da vedete de Teatro de Revista (Maria Helena), Adriana casou-se com Márcio Monteiro (biólogo marinho, Produtor, compositor e Músico), tendo resultado dessa união suas Filhas, gêmeas, Natanna e Tuanny, que fizeram parte durante oito anos da última formação do Balão Mágico.

Adriana começou sua carreira com apenas 11 anos e aos 12 já era Sucesso em todos os Programas em que se apresentava.

Os primeiros passos da cantora foi em meados de 1965, na Jovem Guarda, ao lado de Martinha, Wanderléa , Meire Pavão, e Rosemary.

Durante o Movimento Tropicália foi eleita rainha hippie do Brasil.

Manteve-se afastada das atividades artísticas e retornou em 2008 com o lançamento do CD "Alô meu bem! Eu Voltei".

Confira a letra de "Vesti Azul":

Estava na tristeza que dava dó
Vivia vagamente e andava só
Mas eis que de repente apareceu
Um brotinho lindo que me convenceu
Dizendo que eu devia usar azul
Que azul é a cor do céu e do seu olhar também
Então o seu pedido se confirmou
Vesti azul e a sorte então mudou
Vesti azul e a sorte então mudou

Passei a ser olhada com atenção
E fui agradecer pela opinião
Então senti que o broto estava todo mudado
Parecia até que estava apaixonado
Então eu fiz charminho e perguntei
Só vim aqui saber como eu fiquei
Então o olhar do broto me confirmou
Vesti azul e a sorte então mudou
Vesti azul e a sorte então mudou

Estava na tristeza que dava dó
Vivia vagamente e andava só
Mas eis que de repente apareceu
Um brotinho lindo que me convenceu
Dizendo que eu devia usar azul
Que azul é a cor do céu e do seu olhar também
Então o seu pedido se confirmou
Vesti azul e a sorte então mudou
Vesti azul e a sorte então mudou

Vesti azul e a sorte então mudou
Vesti azul e o broto então gamou

Veja o Video do Anjo Azul
http://youtu.be/s69ErZWw4IM





sexta-feira, 17 de maio de 2013

Chico d’Oliveira e o CD Voz e Violão



Em 23 de novembro de 2006 recebi a visita do meu amigo cantor e compositor Chico Oliveira, natural da cidade de Euclides da Cunha, que estava de passagem por Serrinha, mais uma vez, para divulgar o seu novo trabalho musical.

Ele por sinal fez uma pequena mudança no seu nome artístico, passando a se chamar Chico d’Oliveira.

Naquela oportunidade ganhei de presente, com o seu autógrafo o CD VOZ E VIOLÃO, incluindo o melhor da MPB para ouvir, simplesmente.

No novo disco foram gravadas 19 faixas, tendo ainda a participação de Miriam Souza, na faixa “De Volta Pro Aconchego” e Débora de Uauá, na faixa “Romaria”.




quinta-feira, 16 de maio de 2013

Divange lança CD com Jorge Luiz e outros artistas




Meu amigo Divange, cantor e compositor, algum tempo depois do lançamento do seu compacto-simples, com as músicas “Quero Voltar Pra Ficar” e “Voltei Meu Amor”, com produção de “Jorge Luiz Promoções Artísticas” tomou a iniciativa de regravar as suas duas composições em um CD, intitulado SEMPRE AMIGOS.



Nesse novo trabalho musical incluiu outras duas que eu havia gravado em 1986, “Menina de Rua” e “Não Seja Tímido”, além de outras músicas de cantores diversos, totalizando 19 faixas, no volume 1, do disco.




terça-feira, 14 de maio de 2013

Odair José cantou seu primeiro sucesso com o meu violão



No final dos anos 60, ou no início dos anos 70, já nem tenho certeza, tive o prazer de conhecer o cantor Odair José, quando ele esteve em Aracaju, capital sergipana para divulgar o seu primeiro grande sucesso: “MINHAS COISAS”.

Naquela época, ele ainda era bastante tímido, e atendendo ao convite de Luiz Trindade , criador e apresentador do programa DOMINGO EM FESTIVAL marcou presença em sua residência para participar do almoço especialmente preparado para o novo ídolo da música brega.

Eu estava presente e como morava na rua Geru, quase esquina com a residencia de Luiz Trindade fui buscar o meu violão para que Odair José cantasse especialmente para nós o seu sucesso.

Pois é, tive o privilégio de emprestar meu violão para Odair José cantar a música “MINHAS COISAS”, em fá maior.

Aqueles momentos ficaram marcados em minha mente, como uma coisa espetacular.
Pena que eu não tenho uma foto registrando o momento, mas registrei em minha memória.

O violão que Odair José cantou seu primeiro sucesso "MINHAS COISAS"

Odair José nasceu em Morrinhos, cidade do interior de Goiás.

Começou a trabalhar aos 17 anos de idade como crooner de conjuntos musicais.



No ano seguinte conheceu Roberto Carlos nos bastidores de um show, em que ambos cantaram.
Roberto o incentivou a seguir em frente e ele estimulado mudou-se para o Rio de Janeiro, onde trabalhou como cantor em circos, boates e nos inferninhos da Lapa.

Odair se inspirou no grande ídolo da juventude brasileira, além de admirar na época, Altemar Dutra, Anísio Silva e Peter Frampton.

Confira a letra da música MINHAS COISAS, primeiro sucesso do cantor Odair José, lançada no disco “AS 14 MAIS”, do ano de 1968.

Minhas Coisas
Odair José

As minhas coisas de repente estão tristes
Compreenderam que não existe nada mais entre nós
Meu violão caiu de cima do armário
Suas cordas arrebentaram dando adeus a minha voz
O meu casaco com você se acostumou
sentiu tanto a sua falta que de tristeza desbotou

Se eu soubesse que eu iria lhe perder
Não teria acostumado minhas coisas com você

Até meu carro já não tem velocidade
Pois ele sente saudade de quando andava com você
Meu telefone que sabia quase tudo de repente ficou mudo
E mais nada quer dizer
O meu relógio sempre certo trabalhou
Depois que ficou sabendo nada mais ele marcou

Se eu soubesse que eu iria lhe perder
Não teria acostumado minhas coisas com você...








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