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quarta-feira, 24 de maio de 2017

Flávio José, orgulho de ser nordestino


Fonte: Wikipedia
Fotos: Reprodução
Edição e arte: Jorge Luiz da Silva
Serrinha, BA (da redação Itinerante)



FLÁVIO JOSÉ

Flávio José Marcelino Remígio nasceu em Monteiro, na Paraiba.
É um cantor, compositor e sanfoneiro brasileiro...

A sua trajetória artística como cantor começou aos 7 anos de idade, tendo como principais influências Luiz Gonzaga e Dominguinhos.







Flávio José também já dava suas primeiras notas no acordeão aos sete anos de idade. Tendo se consagrado como um dos maiores intérpretes de forró da região Nordeste do Brasil, dando um destaca particular e pessoal ao tradicional forró pé-de-serra nordestino.

Seus principais sucessos são "Caboclo Sonhador", "Tareco e Mariola" e "Caia Por Cima de Mim". 

O ídolo nordestino tem três filhos: Lara Amélia, Maike José e Flávio José Marcelino Júnior







BIOGRAFIA

A Carreira

Compositor, cantor e acordeonista paraibano, nascido em Monteiro, FLÁVIO JOSÉ MARCELINO REMÍGIO começou a cantar e tocar ainda na infância, influenciado por grandes nomes da música nordestina como Dominguinhos e Luiz Gonzaga. Ao longo de sua carreira profissional, iniciada nos anos 70, gravou diversos LPs e CDs, firmando-se como um dos grandes nomes do forró nordestino. 

" Descendente de uma família de músicos, na sua pequena Monteiro/PB, já aos 7 anos, este precoce artista fazia a sua iniciação no universo mágico das teclas. Aos 10 anos já tocava o seu pequeno fole de 24 baixos, animando as festinhas do lugar. Essas pequenas incursões festivas, foram o início da forja de um dos maiores ícones do Nordeste. 



 

FLÁVIO JOSÉ é um predestinado cantador do amor e contador das cousas e dos causos do seu universo. Um documentarista melodioso do seu tempo. Um caboclo sonhador que não se considera nem profeta nem tampouco visionário, mas um anunciador previsível quando reforça que o diário desse mundo tá na cara, só não enxerga quem fecha os olhos para não ver. 

Bom produtor tal e qual o bom jogador que conhece o jogo pela regra, FLÁVIO JOSÉ busca direcionar a sua produção confiante na sua sensibilidade artística e afinado unicamente com a cultura do seu povo, totalmente indiferente aos estratagemas ditados pelas indústrias de massa media.






A obra de FLÁVIO JOSÉ contrapõe-se abertamente ao jogo dessas indústrias culturais que fundamentadas em valores mercadológicos questionáveis, replicam em suas linhas de montagem um arremedo de forró, desfigurado, irreconhecível, totalmente destorcido, subjugado na essência por uma total inversão de valores.
Hoje, após 8 LPs, 17 CDs, milhares de shows e eventos, FLÁVIO JOSÉ possui uma carreira consolidada. Reverenciado como o Rei do Xote, permanece fiel ao estilo que abraçou, até os dias atuais. Essa fidelidade é retribuída pelo enorme carinho que lhe é devotado pelos inúmeros fãs. Para atendê-los, o artista promove em média 100 shows por ano."

O Intéprete.

FLÁVIO JOSÉ é um dos artistas mais autênticos da sua geração. Isso é fruto de sensibilidade, fidelidade, coerência e consistência artística representada pelo conjunto da sua obra. Um verdadeiro artesão do forró, matéria-prima da melhor tradição musical nordestina, forrozeiro com estilo personalíssimo de interpretar, consegue manter-se autêntico, atemporal e original, produzindo um forró diferenciado, ao mesmo tempo, chique e popular. 

Intérprete por excelência da boa música romântica do nordeste, FLÁVIO JOSÉ sempre valorizou seus parceiros, gravando com seus arranjos simples e diretos, sempre os melhores compositores da região. 

Sua estética vocal, não é uma técnica ou atitude estudada, é uma consequência natural do sentimento patente. FLÁVIO JOSÉ canta com a alma.

Seu canto brilha, pois suas raízes poéticas, musicais e etnológicas, são as mesmas do seu povo. 

fonte:(http://www.flaviojose.com.br)

FLÁVIO JOSÉ é um dos artistas mais autênticos da sua geração. Isso é fruto de sensibilidade, fidelidade, coerência e consistência artística representada pelo conjunto da sua obra. Um verdadeiro artesão do forró, matéria-prima da melhor tradição musical nordestina, forrozeiro com estilo personalíssimo de interpretar, consegue manter-se autêntico, atemporal e original, produzindo um forró diferenciado, ao mesmo tempo, chique e popular. Sua obra toca-nos o âmago, pela força de suas mensagens.

Intérprete por excelência da boa música romântica do nordeste, FLÁVIO JOSÉ sempre valorizou seus parceiros, gravando com seus arranjos simples e diretos, sempre os melhores compositores da região.

Sua estética vocal, não é uma técnica ou atitude estudada, é uma consequência natural do sentimento patente. FLÁVIO JOSÉ canta com a alma. Essa característica rendeu-lhe uma homenagem singela do cantor e amigo Nando Cordel que gosta de atribuir-lhe um epíteto: “Flávio tem uma lágrima na garganta”.

Voz afinada e possante, afiada e límpida, o tenor das caatingas tem tessitura e extensão de voz, incomuns, dotes que lhe permitem cantar sem o menor esforço, percorrendo de maneira confortável as melodias, com a mesma naturalidade com que manipula as notas do acordeom. Seu canto brilha, pois suas raízes poéticas, musicais e etnológicas, são as mesmas do seu povo.

Sucesso junto à elite tanto quanto nas camadas mais populares, alquimista cultural, musicalmente regional, sem ser sonoramente folclórico, FLÁVIO JOSÉ, há tempos, desfruta de enorme prestígio no cenário do forró brasileiro.

Apesar do perfil, no media que cultiva, trafega com desenvoltura e humildade entre o TOP e o POP do forró clássico nordestino. Assim FLÁVIO JOSÉ tornou-se um dos mais importantes ELOS da corrente musical que une os ídolos do presente, aos ícones de sempre.








Algumas músicas em destaque:

FILHO DO DONO (COMPOSIÇÃO DE: PETRÚCIO AMORIM)
TARECO E MARIOLA (COMPOSIÇÃO DE: PETRÚCIO AMORIM)
ESPUMAS AO VENTO (COMPOSIÇÃO DE: ACCIOLY NETO)
LEMBRANÇA DE UM BEIJO - SEGURA O CHORORÔ (COMPOSIÇÃO DE: ACCIOLY NETO)

FLÁVIO JOSÉ

* 01. Lembranças (Flavio José)
* 02. Só confio em tu (Flavio José)
* 03. Menina mansa (Flavio José)
* 04. Côco do teatá (Flavio José)
* 05. A procura de um amor (Flavio José)
* 06. Meu siriá (Ramos – Wilson Mor)
* 07. São João lá na Bahia (Flavio José)
* 08. A cachoeira (Paulo Romero)
* 09. Pedido a São João (Flavio José)
* 10. Seca nordestina (Flavio José)
* 11. Devolva (Flavio José)
* 12. São João no municipal (Flavio José)



Flávio José – Recado
Polydisc

01 Quando olho pra você (Flávio José – L. Betânia)
02 Raiz do coração (Cecéu)
03 Sanfoneiro bom (Carlinhos Coló – L. Betânia)
04 Recado (Walter Amaral – L. Betânia)
05 Flavinho no forró (Arlindo dos 8 baixos)
06 Não me deixe (Walter Amaral – L. Betânia)
07 Não podia ser melhor (Jotinha de Monteiro)
08 Cadê você (Walmar)
09 Sem vergonheira (Antonio Carlos – Jocafi)
10 Pout pourri

Vamos pular gente (Riachão)
São João é isso (Onildo Almeida)
São João sozinho (Cecéu)
Ordem de Santo Antônio (Assisão)
Tá, tá (João Silva – J.B. de Aquino)




Discografia

1977 - Só Confio em Tu (Vinil) Flávio José
1978 - Forró Quentura (Vinil)
1990 - Recado (Vinil)
1991 - Cheiro de Forró (Vinil)
1992 - Caboclo Sonhador
1993 - Terra Prometida
1994 - Nordestino Lutador
1995 - Tareco e Mariola
1996 - O Melhor de Flávio José
1996 - Filho do Dono
1997 - Sem Ferrolho e Sem Tramela
1998 - A Poeira e a Estrada
1999 - Sempre ao vivo
1999 - Pra Todo Mundo
2000 - Seu Olhar Não Mente
2001 - Me Diz Amor
2002 - Palavras ao Vento
2003 - Cidadão Comum
2003 - Acústico
2004 - Pra Amar e Ser Feliz
2005 - O Poeta Cantador
2006 - Tá Bom que Tá Danado
2007 - Brasil Popular (Luiz Gonzaga & Flávio José)
2008 - Dom Cristalino
2011 - Tá do jeito que eu queria
2013 - Canta Luiz Gonzaga
2014 - Turnê ao Vivo 2013
2015 - Toque o Pé





 Biografia de Flávio José

Com informações da Wikipédia





terça-feira, 16 de junho de 2015

Líder do Sex Pistols volta cheio de fúria em nova autobiografia


Fonte: G1.Globo.com
Informações: EFE
Fotos: Reprodução
Edição: Jorge Luiz da Silva.
Salvador, BA (da redação Itinerante)

Prestes a completar 60 anos, John Lydon ressurge no cenário musical. Ele também prepara novo álbum com sua banda Public Image Ltd.

Prestes a completar 60 anos, John Lydon, ex-Sex Pistols, ressurge no cenário musical com uma biografia, "Anger is an Energy: My Life Uncensored" e um novo álbum com sua banda Public Image Ltd (PiL).

Também conhecido como Johnny Rotten, o líder do movimento punk publicou suas memórias "sem censura", onde não poupa fúria e graça contra seus inimigos frequentes e outras personalidades.

Lydon tem uma história difícil.
Nascido em 1956 em Londres, ele viveu uma infância pobre como um personagem de Charles Dickens - "venho do lixo", declarou.

Ele alcançou a fama universal como o cantor da banda punk mais famosa de todos os tempos, os Sex Pistols.

Foi Lydon que, no 25º aniversário da coroação da rainha Elizabeth II, em 1977, popularizou o verso "Deus salve a rainha e seu regime fascista". E foi detido, surrado, cuspido, odiado e, sobretudo, alcançou a glória.

Nesta autobiografia, a segunda de sua vida, há algumas lembranças das primeiras memórias escritas por esse ególatra incorrigível, publicada em 1993 e intitulada "Rotten: No Irish, No Blacks, No Dogs".

Neste novo volume, de mais de 600 páginas, ele vai mais longe e confessa que a ira foi a energia que moveu sua vida. Ela começa na Londres do pós-guerra, onde teve meningite, era tratado pelas freiras como 'o sinal do diabo'. Anos depois, afirmou que o catolicismo "é letal para os cantores".

E vieram as drogas. Rotten lembrou o pacotinho de heroína com que a mãe de Sid Vicious presenteou o filho pelo seu aniversário e das botas da estilista Vivienne Westwood.

Ele criticou seu falecido agente, Malcom McLaren, chamando-o de "desastre" e "covarde".
Sem dúvida, ele mostra no livro uma língua ferina em estado de fúria. Mas não é para se ofender: John Lydon foi talvez o primeiro britânico que disse "merda" em um programa da "BBC", e esse "dom para as línguas" é destilado em toda a biografia.

O 'avô' do punk distribui as cartas e sempre ganha. "Beyoncé, Rihanna, Jay-Z são tipo Las Vegas. Na realidade, não há muito mais por trás. A música nos anos 70 foi tão emocionante porque havia coisas muito diferentes, não como agora", comentou.
Essa atitude durona se mantém em toda a narrativa, embora a fluidez ao contá-la (com a colaboração do jornalista musical do "Telegraph", Andrew Perry) faz o leitor perdoar o permanente ataque de superego do tipo "qualquer coisa que eu faça é punk" ou outras tolices que aparecem impressas sem complexos.


John Lydon, vocalista do PiL, em show no terceiro dia do festival inglês (Foto: Jim Ross/Invision/AP)

Johnny Rotten dedicou parte do livro a reivindicar o papel de seu grupo PIL na transformação mundial da cultura popular. É uma forma de defender seus 40 anos de carreira acima do mito que, de forma bipolar, alimenta as páginas destas memórias.



terça-feira, 28 de outubro de 2014

Ronnie Von cantor e apresentador


Texto e edição: Jorge Luiz da Silva.
Informações: ronnievon.com.br
Fotos: Google.com
Salvador, BA (da redação Itinerante)





Um cantor que começou a fazer sucesso na época da jovem guarda, assumindo o papel do "PEQUENO PRÍNCIPE", da música, e hoje é um dos grandes apresentadores da televisão brasileira.

Durante o programa “TODO SEU”, na TV Gazeta, ele demonstra conhecimento e experiência.

Vale a pena assistir.


Confira um resumo da biografia de um dos maiores ídolos da jovem guarda

RONNIE VON

Nascido em Niterói sob o signo de câncer, em 17 de julho de 1944, nos primeiros minutos de uma segunda-feira.
Em 1960 prestou exame para a Escola Preparatória de Cadetes do Ar de Barbacena, tinha 15 anos e entrou em 72º lugar, entre 4000 candidatos, onde apenas 240 foram aprovados.
Aos 17 anos de idade fez seu primeiro vôo, sozinho em um Folker T-21, um dos dias mais emocionantes de sua vida.

Ser piloto não era o seu destino, então saiu da escola da aeronáutica e foi para a faculdade de economia onde passou a estudar a noite e durante o dia a trabalhar com seu tio que administrava empresas que operavam no mercado de capitais.

Sua carreira como cantor começou no bar O Beco das Garrafas, onde foi descoberto por João Araújo, enquanto dava uma canja. A primeira gravação foi um fenômeno e na mesma época, Hebe Camargo lhe deu o apelido pelo qual é conhecido até hoje, Príncipe.

Em 1966, teve a primeira oportunidade como apresentador na TV Record, comandando o programa O Pequeno Mundo de Ronnie Von. O programa abria as portas para novos talentos e Ronnie Von lançou muita gente, como os Os Mutantes, Eduardo Araújo, Os Vips, Martinha, Jerry Adriani e o pessoal da Tropicália, especialmente a Gal Costa.
Apresentar programas de TV passou a ser mais uma vertente em sua carreira de artista. A princípio com programas musicais e talking shows.

Suas experiências como pai e mãe resultaram no livro Mãe de Gravata e a idéia de apresentar um programa feminino veio através de um amigo, Washington Olivetto. Hoje, ele apresenta o programa diário Todo Seu, na Rede Gazeta de Televisão, com 2 horas de duração. O segredo do sucesso é fazer um programa voltado para o mundo das mulheres, com um toque masculino.

Vencer a barreira do tempo e garantir espaço na mídia é uma árdua tarefa para os artistas, mas Ronnie Von e seus mil talentos, provam que os 38 anos passados desde o início da carreira serviram para aprender a superar as adversidades e crescer como profissional e como pessoa passível de erros e acertos.


A PRAÇA - RONNIE VON (de: Carlos Imperial)

Hoje eu acordei com saudades de você
Beijei aquela foto que você me ofertou
Sentei naquele banco da pracinha só porque
Foi lá que começou o nosso amor
Senti que os passarinhos todos me reconheceram
E eles entenderam toda minha solidão
Ficaram tão tristonhos e até emudeceram
Aí então eu fiz esta canção
A mesma praça, o mesmo banco
As mesmas flores, o mesmo jardim
Tudo é igual, mas estou triste,
Porque não tenho você perto de mim
Beijei aquela árvore tão linda onde eu,
Com meu canivete um coração eu desenhei
Escrevi no coração meu nome junto ao seu
Ser seu grande amor então jurei.
O guarda ainda é o mesmo que um dia me pegou
Roubando uma rosa amarela pra você
Ainda tem balanço, tem gangorra meu amor
Crianças que não param de correr.

A mesma praça...

Aquele bom velhinho pipoqueiro foi quem viu
Quando envergonhado de namoro eu lhe falei
Ainda é o mesmo sorveteiro que assistiu
Ao primeiro beijo que eu lhe dei
A gente vai crescendo, vai crescendo
E o tempo passa
E nunca esquece a felicidade que encontrou
Sempre eu vou lembrar do nosso banco lá da praça
Foi lá que começou o nosso amor.
A mesma praça...


BANDA DA ILUSÃO - RONNIE VON

É dia de fanfarra e eu não posso me atrasar
Se digo que não vou a banda vem pra me buscar
No meio da retreta vou tocar meu bombardão
Num cano de saudade vou soprando a solidão
Garrafas atiradas no caminho já deixei
Vazias da certeza que com elas procurei
Na banda da ilusão tocando bombardão
Eu digo sim, a vida disse não
São tantos instrumentos pela vida
E essa gente distraída vai levando a sua cruz
Tem uns que tocam tudo e outros nada
Vai tocando nessa estrada, quem não toca não traduz
Eu toco essa amargura atravessada, essa dor desesperada
Essa vontade sem vontade de viver

É a lei da vida amor, tocar pra não morrer

É grande a minha história, nem dá tempo de escrever
No meio de uma frase qualquer dia eu vou morrer
E as contas que ficarem no meu terço vou rezar
São versos de um poema que eu nem pude terminar
À noite eu sempre durmo na esperança de morrer
Mas logo vem a banda me acordando pra viver


MEU BEM – RONNIE VON

Se você quiser ouvir então a minha história
Sobre alguém a quem eu muito amei
Só direi que ela deixou sua imagem ilusória
No meu coração que eu fechei.

Ah! Meu bem,
Meu bem

Ela foi um belo sonho que me fez ver tudo
O que sempre idealizei
Mas meu bem partiu e hoje eu vivo triste e mudo
A buscar a cura onde eu andei

Ah! Meu bem,
Meu bem

Mesmo se eu sofrer ninguém verá me maldizer momento algum
Pois seu meigo olhar
fará  de novo o meu brilhar como nenhum.....
Meu bem, Meu bem

Nada existe que me dê qualquer prazer agora
Já que ela está longe de mim
Caso volte não a deixarei mais ir embora
Vou ficar com ela até o fim

Ah! Meu bem
Meu bem, Meu bem
Ah! Meu bem
Ah! Meu bem
Ah! Meu bem




quarta-feira, 18 de junho de 2014

Biografia e discografia de Chico Buarque


Edição: Jorge Luiz da Silva.
Fonte: e-biografias.net e cancioneros.com
Fotos: google.com.br




Chico Buarque de Holanda
Músico, dramaturgo e escritor brasileiro
Biografia de Chico Buarque de Holanda:


Chico Buarque de Holanda (1944-) é músico, dramaturgo e escritor brasileiro. Revelou-se ao público quando ganhou com a música "A Banda", interpretada por Nara Leão, o primeiro Festival de Música Popular Brasileira. Chico logo conquistou reconhecimento de críticos e público. Fez parceria com compositores e interpretes de grande destaque, entre eles, Vinícios de Morais, Tom Jobim, Toquinho, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Edu Lobo e Francis Hime. Teve várias músicas censuradas e ameaçado pelo regime militar, se exilou na Itália em 1969. Suas canções denunciavam aspectos sociais e culturais da época. Sua volta ao Brasil em 1970, foi comemorada com manifestações de amigos e admiradores. Chico foi casado com a atriz Marieta Severo, com quem teve três filhas, Silvia, Helena e Luíza. Seus últimos romances publicados foram: Estorvo (1991), Benjamim (1995), Budapeste (2003) e Leite Derramado (2009).


Francisco Buarque de Holanda (1944-) mais conhecido como Chico Buarque de Holanda, nasceu no Rio de janeiro, é filho do historiador Sérgio Buarque de Holanda e da pianista Maria Amélia Cesário Alvim. Em 1946 a família muda-se para São Paulo, onde seu pai é nomeado diretor do Museu do Ipiranga. Em 1953, Chico e a família vão morar na Itália, onde Sérgio Buarque vai dar aulas na Universidade de Roma. De volta a São Paulo, Chico já mostrando interesse pela música, compõe "Umas Operetas" que cantava com as irmãs. A música fazia parte do seu dia a dia, ouvia músicas de Noel Rosas e Ataúlfo Alves. Recebeu grande influência musical de João Gilberto.

Em 1963 Chico Buarque ingressa no curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, onde participa de movimentos estudantis. Nesse mesmo ano participa do musical Balanço do Orfeu com a música "Tem mais Samba", que segundo ele, foi o ponto de partida para sua carreira. Participa também do show Primeira Audição, no Colégio Rio Branco, com a "Marcha Para um Dia de Sol".


Chico Buarque apresenta-se, em 1964, no programa Fino da Bossa, comandado pela cantora Elis Regina. Chico logo conquistou o reconhecimento do público. No ano seguinte lança seu primeiro disco compacto com as músicas "Pedro Pedreiro" e "Sonho de um Carnaval". Faz também as músicas para o poema "Morte e Vida Severina" de João Cabral de Melo Neto, que ao ser apresentada no IV Festival de Teatro Universitário de Nancy, na França, ganha o prêmio de crítica e público.

Em 1966 sua música "A Banda", cantada por Nara Leão, vence o Festival de Música Popular Brasileira". Nesse mesmo ano sai o seu primeiro LP "Chico Buarque de Holanda". Suas primeiras canções, como "Pedro pedreiro", impregnadas de preocupações sociais, foram seguidas de composições líricas como "Olê, olá", "Carolina" e "A Banda". Ainda nesse ano Chico casa-se com a atriz Marieta Severo, com quem teve três filhas, Silvia, Helena e Luíza.


Chico Buarque muda-se para o Rio de Janeiro em 1967, e lança seu segundo LP "Chico Buarque de Holanda V.2". Nesse mesmo ano escreve a peça "Roda Viva". Faz parceria com Tom Jobim e vencem com a música "Sabiá", o Festival Internacional da Canção, em 1968.

Em 1969 Chico participa da passeata dos cem mil, contra a repressão do regime militar. Nesse mesmo ano vai exilado para a Itália, só retornando em 1970. Na Itália assina um contrato com a gravadora Philips, para produção de mais um disco. Sua música "Apesar de Você" vende cerca de 100 mil cópias, mas é censurada e recolhida das lojas.

Depois do show no Teatro Castro Alves em 1972, com Caetano Veloso e o do Canecão, com Maria Betânia, em 1975, Chico passa um longo período sem se apresentar, mas continua produzindo. Escreve a peça Gota d'água, em parceria com Paulo Pontes, o que lhe valeu o prêmio Molière. Escreve a música "Vai trabalhar vagabundo", para o filme do mesmo nome e a música "O que será", escrita para o filme "Dona flor e seus dois maridos".

Em 2005 Chico lança a série "Chico Buarque Especial", caixas com três dvds, organizados por temas, onde Chico fala de sua trajetória.

No dia 05 de novembro de 2011, Chico iniciou sua nova turnê nacional, no Palácio das Arte em Belo Horizonte.




Fonte: cancioneros.com

Albuns
 Chico Buarque de Hollanda (Chico Buarque) [1966]
 Chico Buarque de Hollanda - Vol.2 (Chico Buarque) [1967]
 Chico Buarque de Hollanda - Vol.3 (Chico Buarque) [1968]
 Chico Buarque na Itália (Chico Buarque) [1969]
 Chico Buarque de Hollanda - Vol.4 (Chico Buarque) [1970]
 Sonho de um carnaval (Chico Buarque - Ennio Morricone) [1970]
 Per un pugno di samba (Chico Buarque - Ennio Morricone) [1970]
 Construção (Chico Buarque) [1971]
 Calabar (Chico canta) (Chico Buarque) [1973]
 Sinal fechado (Chico Buarque) [1974]
 Meus caros amigos (Chico Buarque) [1976]
 Chico Buarque (Chico Buarque) [1978]
 Ópera do malandro (Chico Buarque) [1979]
 Vida (Chico Buarque) [1980]
 Almanaque (Chico Buarque) [1981]
 Chico Buarque en español (Chico Buarque) [1982]
 Chico Buarque (Chico Buarque) [1984]
 Francisco (Chico Buarque) [1987]
 Chico Buarque (Chico Buarque) [1989]
 Chico Buarque ao vivo Paris Le Zenith (Chico Buarque) [1990]
 Paratodos (Chico Buarque) [1993]
 Uma palavra (Chico Buarque) [1995]
 Terra (Chico Buarque) [1997]
 As cidades (Chico Buarque) [1998]
 Chico ao Vivo (Chico Buarque) [1999]
 Cambaio (Chico Buarque - Edu Lobo) [2001]
 Chico no cinema (Chico Buarque) [2005]
 Carioca (Chico Buarque) [2006]
 Carioca ao Vivo (Chico Buarque) [2007]
 Chico (Chico Buarque) [2011]
 Na Carreira. Ao vivo (Chico Buarque) [2012]





Discos e EP
 Bom tempo (Chico Buarque) [1968]
 Samba Erudito (Chico Buarque) [1968]
 Benvinda (Chico Buarque) [1968]
 Umas e outras (Chico Buarque) [1969]
 Cara a cara (Chico Buarque) [1969]
 Apesar de você (Chico Buarque) [1970]


Albuns coletivos
 Templo da bossa (Criação Coletiva) [1965]
 Viva o Festival da Música Popular Brasileira (Criação Coletiva) [1966]
 Paulo Vanzolini. Onze sambas e uma capoeira (Criação Coletiva) [1967]
 Garota de Ipanema (Criação Coletiva) [1967]
 Discomunal (Criação Coletiva) [1968]
 Os maiores sambas-enredo de todos os tempos (Criação Coletiva) [1971]
 Quando o carnaval chegar (Chico Buarque - Nara Leão - Maria Bethânia) [1972]
 Caetano e Chico juntos e ao vivo (Caetano Veloso e Chico Buarque) [1972]
 Phono 73 - O canto de um povo Volume 2 (Criação Coletiva) [1973]
 O banquete dos mendigos (Criação Coletiva) [1974]
 Chico Buarque & Maria Bethânia ao vivo (Chico Buarque) [1975]
 Palco, Corpo e Alma (Criação Coletiva) [1976]
 Compacto Simples (Francis Hime - Chico Buarque) [1977]
 Show 1º de Maio (Obra colectiva) [1980]
 Os saltimbancos trapalhões (Obra colectiva) [1981]
 Abril en Managua (Obra colectiva) [1983]
 O grande circo místico (Edu Lobo - Chico Buarque) [1983]
 Juntos (Obra colectiva) [1984]
 O Corsário do rei (Edu Lobo - Chico Buarque) [1985]
 Malandro (Chico Buarque) [1985]
 Nordeste já (Criação Coletiva) [1985]
 Poetas en Nueva York (Obra colectiva) [1986]
 Melhores momentos de Chico & Caetano (Chico Buarque) [1986]
 Há sempre um nome de mulher (Criação Coletiva) [1987]
 Dança da meia-lua (Edu Lobo - Chico Buarque) [1988]
 Cais. Ronaldo Bastos (Criação Coletiva) [1989]
 Se essa rua fosse minha (Criação Coletiva) [1990]
 Montreux Jazz Festival CD 4 (Criação Coletiva) [1991]
 No Tom da Mangueira (Criação Coletiva) [1991]
 Songbook Noel Rosa (Noel Rosa) [1991]
 Songbook Gilberto Gil (Gilberto Gil) [1992]
 Songbook Dorival Caymmi Volume 4 (Dorival Caymmi) [1993]
 Songbook Vinícius de Moraes Volume 3 (Vinícius de Moraes) [1993]
 Hinos brasileiros (Criação Coletiva) [1994]
 Songbook Ary Barroso Volume 3 (Ary Barroso) [1994]
 Songbook Edu Lobo Volume 1 e 2 (Edu Lobo) [1994]
 Estácio e Flamengo - 100 anos de samba e amor (Criação Coletiva) [1995]
 Recife Frevo é (Criação Coletiva) [1996]
 Songbook Antonio Carlos Jobim Volume 5 (Antonio Carlos Jobim) [1996]
 Chico Buarque de Mangueira (Criação Coletiva) [1997]
 Francis Hime. Álbum musical (Criação Coletiva) [1997]
 Aaago, Pixinguinha 100 anos CD 1 (Criação Coletiva) [1997]
 Songbook Djavan Volume 2 (Djavan) [1997]
 Diplomacia - Batatinha (Criação Coletiva) [1998]
 Brasil são outros quinhentos (Criação Coletiva) [1998]
 Songbook Marcos Valle Volume 2 (Marcos Valle) [1998]
 Jackson do Pandeiro revisto e sampleado (Criação Coletiva) [1999]
 Canções, versões (Criação Coletiva) [1999]
 Roba di Amilcare (Obra colectiva) [1999]
 Songbook João Donato (João Donato) [1999]
 Songbook Chico Buarque (Chico Buarque) [1999]
 Estória de João-Joana (Criação Coletiva) [2000]
 Amores possíveis – Trilha sonora (Criação Coletiva) [2001]
 Coração de mãe (Criação Coletiva) [2001]
 Olha que coisa mais linda (Criação Coletiva) [2001]
 Reunião - O Brasil dizendo Drummond (Criação Coletiva) [2002]
 Songbook Braguinha Volume 1 (Braguinha) [2002]
 Songbook João Bosco (João Bosco) [2002]
 Amor cuidado (Criação Coletiva) [2003]
 Namorando a Rosa (Criação Coletiva) [2004]
 Cantoria – Hermínio Bello de Carvalho (Criação Coletiva) [2005]
 Soy loco por ti América: o sangue latino da MPB (Criação Coletiva) [2005]
 Timoneiro - Hermínio Bello de Carvalho (Criação Coletiva) [2005]
 Vinícius (Criação Coletiva) [2005]
 Forró pras crianças (Criação Coletiva) [2006]
 Fados (BSO) (Obra colectiva) [2007]
 Bardóci (Obra colectiva) [2008]
 Aula de samba (Criação Coletiva) [2008]



OUTROS
 Inéditas o no clasificadas (Chico Buarque)
 Morte e Vida Severina (Chico Buarque) [1966]
 Os saltimbancos (Obra colectiva) [1977]
 Gota d'água (Chico Buarque - Paulo Pontes) [1977]
 Para viver um grande amor (Criação Coletiva) [1983]
 Ópera do malandro (Chico Buarque) [1986]



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