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terça-feira, 1 de agosto de 2017

DISCOS DE JULHO DE 2017 – Fafá sobressai com registro de belo show


Texto: Mauro Ferreira
Fonte: g1.globo.com
Fotos: Reprodução
Edição e arte: Jorge Luiz da Silva
Serrinha, BA (da redação Itinerante)


(Crédito da imagem: Fafá de Belém na gravação ao vivo do show Do tamanho certo para o meu sorriso em foto de Caio Gallucci)





OS MELHORES DISCOS DE JULHO DE 2017 – Fafá de Belém levou quase dois anos para lançar o DVD com a gravação ao vivo do show Do tamanho certo para o meu sorriso. Mas o registro cumpriu a expectativa e justificou a demora. Idealizado por Paulo Borges, o show de 2015 teve o requinte preservado no vídeo filmado sob direção de Murilo Alvesso em 11 de agosto de 2016 na cidade de São Paulo (SP).

A edição do DVD Do tamanho certo para o meu sorriso ao vivo confirmou o ótimo momento artístico da cantora paraense, em evidência também como atriz por conta da entrada em cena na novela A força do querer (TV Globo) na pele de Almerinda, cantora conhecida pelo nome artístico de Mere Star.

 







segunda-feira, 31 de julho de 2017

Paul McCartney diz que novo disco terá música para Donald Trump


Fonte: G1.Globo.com
Por: France Presse
Imagens: Reprodução
Edição e arte: Jorge Luiz da Silva
Serrinha, BA (da redação Itinerante)


Segundo o site Liverpool Echo, cantor não revelou se a faixa será contra ou a favor do presidente dos EUA. Paul McCartney (Foto: Joel Ryan/AP)


Paul McCartney está trabalhando em um novo disco solo. E o álbum deve incluir uma música sobre Donald Trump. Segundo o site Liverpool Echo, o cantor anunciou a novidade durante uma palestra para estudantes do Liverpool Institute of Performing Arts (LIPA).

McCartney não mencionou se a música é contra ou a favor de Trump, mas o cantor disse que “sentiu que devia escrevê-la”. “Às vezes, a situação do mundo está tão louca, que você precisa falar sobre isso”, afirmou o cantor durante a palestra.

Durante o evento, Paul também foi questionado se o grande número de plataformas musicais fazia com que fosse mais difícil de ser ouvido. “Eu não tenho certeza se é mais difícil, porque você ainda tem que ter uma boa música”, responder o cantor.




Em março, Paul falou pela primeira vez sobre o disco. “Eu estou fazendo um novo álbum, o que é muito divertido”, afirmou McCartney, que não entrou em detalhes sobre o nome do disco e ou a data de lançamento. Para o projeto, o ex-Beatle está trabalhando juntamente com Greg Kurstin, que compôs “Hello” com a cantora Adelle.






quarta-feira, 12 de julho de 2017

Paralamas gravam música de rapper portuguesa no álbum 'Sinais do sim'


Texto: Mauro Ferreira
Fonte: g1.globo.com
Imagens: Reprodução
Edição e arte: Jorge Luiz da Silva
Salvador, BA (da redação Itinerante)




Música lançada pela rapper portuguesa Capicua em álbum de 2012, Medo do medo é uma das músicas do repertório do 21º álbum do trio carioca Paralamas do Sucesso, Sinais do sim. Apesar de também conter a regravação de Cuando pase el temblor (Gustavo Cerati, 1985), sucesso da banda argentina de rock Soda Stereo revivido pelo grupo com a letra original em espanhol, o álbum Sinais do sim tem repertório majoritariamente inédito e autoral.

O primeiro single é a música-título Sinais do sim, rock-balada em midtempo de autoria de Bi Ribeiro (baixo), Herbert Vianna (voz e guitarra) e João Barone (bateria). O single chega às plataformas digitais a partir de amanhã, 13 de julho de 2017, dia do rock. Já o álbum – o primeiro gravado pelo trio com produção de Mario Caldato Jr – tem lançamento programado para 4 de agosto pela gravadora Universal Music.

Mixado pelo produtor Mario Caldato em Los Angeles (EUA) no MCJ Studios (de Caldato), sob a supervisão do baixista Bi Ribeiro, o 13º álbum de músicas inéditas dos Paralamas do Sucesso foi gravado em março na cidade do Rio de Janeiro (RJ), onde posteriormente foi masterizado por Ricardo Garcia. O carioca Duo Santoro – formado pelos irmãos gêmeos violoncelistas Paulo Santoro e Ricardo Santoro – participa do disco.


(Crédito da imagem: capa do single Sinais do sim. Paralamas do Sucesso em foto de Maurício Valladares)





sexta-feira, 19 de maio de 2017

Katy Perry lança 'Swish Swish', música em parceria com Nicki Minaj


Fonte: g1.globo.com
Fotos: Reprodução
Edição e arte: Jorge Luiz da Silva
Serrinha, BA (da redação Itinerante)

Cantora usou suas redes sociais para falar sobre a nova faixa e a pré-venda de seu disco 'Witness'. Katy Perry (Foto: Reprodução). Por G1


Katy Perry usou suas contas no Instagram e no Twitter para anunciar duas novidades: a pré-venda de seu disco “Witness” e o lançamento da música “Swish Swish”, em parceria com Nicki Minaj.

A parceria entre a cantora pop e a rapper parece ter agradado os fãs, que logo apontaram a faixa como "melhor música do álbum".

No início da semana, Katy anunciou a chegada próxima de seu novo álbum. Além disso, a cantora também citou sua turnê. A estreia acontecerá no dia 7 de setembro, em Ohio, nos Estados Unidos. No mesmo mês, a cantora já tem outros seis shows agendados com o projeto "Witness". Na lista, que tem apresentações programadas até maio de 2018 ainda não há nenhuma agendada pelo Brasil.

Em fevereiro, Katy lançou a faixa "Chained to te rhythm", que mistura o pop da cantora com influência reggae e tem nos vocais a participação de Skip Marley, neto de Bob Marley.









quarta-feira, 17 de maio de 2017

Padre Fábio de Melo clareia melodias, versos e mensagens em disco de MPB

Texto: Mauro Ferreira
Fonte: G1.Globo.com
Fotos: Reprodução
Edição e arte: Jorge Luiz da Silva
Salvador, BA (da redação itinerante


  


Há dois anos, padre Fábio de Melo incursionou pelo universo da MPB em um dos melhores álbuns da discografia do religioso cantor mineiro, Deus no esconderijo do verso (2015). O recém-lançado álbum Clareou (Sony Music) segue pelo mesmo universo a reboque do mesmo produtor do disco anterior, o cearense José Milton, habitual piloto de álbuns de cantores como Fagner e Nana Caymmi. A diferença está no tom. Clareou é mais popular, vai mais direto ao ponto, tirando as mensagens do esconderijo dos versos.

No 20º álbum da discografia, padre Fábio se vale de letras positivistas de músicas de compositores populares – como Dudu Falcão, Elias Muniz, Frejat, Renato Teixeira e Serginho Meriti, entre outros nomes – para pregar o bem em sintonia com os valores cristãos. Nesse sentido, a sagaz regravação do hit viral Trem bala (Ana Vilela, 2016) – posto em trilho rural sob o toque do acordeom de Bebê Kramer – caracteriza bem o tom de Clareou, álbum arranjado à moda clássica pelos pianistas Cristóvão Bastos e Eduardo Souto Neto.

Canção de Elias Muniz que batizou álbum lançado em 2011 pelo cantor paulista Daniel, Pra ser feliz serve bem aos propósitos de Clareou na simplicidade da mensagem adornada com cordas de tom quase sentimental como o das cordas de Prece (Lilian, 2017). Até porque, em essência, o que Fábio de Melo faz neste bom disco é clarear melodias e versos providenciais para a pregação cristã.



Em que pese a recorrente opulência das cordas, sobressalentes em músicas como a balada Caminhos de mim (Dudu Falcão, 2014), os versos das canções estão em primeiro plano. Dentro dessa tradicional moldura musical na qual o produtor José Milton enquadra três inspiradas composições autorais de padre Fábio (Claro, Proteção e Regras da vida), o samba Clareou (Serginho Meriti e Rodrigo Leite, 2013) – lançado pela cantora paulista Paula Lima, mas popularizado nas vozes do cantores carioca Diogo Nogueira e Xande de Pilares – soa mais perto do centro de salão de câmara do que de animado fundo de quintal.

Já É (Marcelo Quintanilha, 2008) se embrenha pelo mundo musical rural e fica perto da nação nordestina, em trilha seguida por O poder mágico (Telo Borges e Salomão Borges, 2004), música mineira arranjada em cadência próxima do xote. Talvez por ser composição de universo mais pop, Amor pra recomeçar (Roberto Frejat, Maurício Barros e Mauro Santa Cecília, 2001) soa meio deslocada no universo do disco, embora também seja essencialmente uma música de melodia e letra pautadas pela simplicidade que guia o padre cantor no disco.



Com mais propriedade, Clareou ilumina a beleza do cancioneiro de Flavia Wenceslau (compositora paraibana já avalizada pela cantora baiana Maria Bethânia), de quem Fábio regrava Te desejo vida (2010). E, como no interior tem Deus (muito) mais do que na selva das cidades, a lembrança da toada Raízes (Renato Teixeira) arremata o disco no toque da viola de João Lyra, um dos músicos virtuosos arregimentados por José Milton para dar forma a este disco em que padre Fábio de Melo tira Deus do esconderijo do verso, celebrando 20 anos de carreira fonográfica com coerência e (certa) ousadia na escolha de repertório profano que propaga os sagrados valores do bem-viver. 

(Crédito da imagem: capa do álbum Clareou. Fábio de Melo em foto de Washington Possato)







quinta-feira, 4 de maio de 2017

Quem é a compositora filha de brasileira que ajudou a criar o fenômeno ‘Despacito’?


Texto: Carol Prado
Fonte: G1.Globo.com
Foto: Reprodução
Edição e arte: Jorge Luiz da Silva
Serrinha, BA (da redação Itinerante)


A compositora panamenha Erika Ender
(Foto: Reprodução/Facebook/Erika Ender)


Erika Ender, que se refere ao país como sua segunda terra e já trabalhou com Leonardo, deu tom 'suave, suavecito' ao hit. Ela queria uma letra provocante, mas 'com classe'.


)


Se reparar direitinho, “Despacito” - a música mais falada (e ouvida) das últimas semanas - bem que poderia ser made in Brasil: tem a letra sensual, a melodia irresistível e a coreografia insinuante que o país sabe fazer bem. Não é. Mas, lá no fundo, há sim algo de verde e amarelo na composição.

Por trás do sucesso de Luis Fonsi, há o nome da panamenha Erika Ender, que costuma se referir ao Brasil como sua “segunda terra”. Filha de mãe brasileira e considerada uma das mais importantes compositoras de seu país, ela assina a criação ao lado do cantor portorriquenho.

“Nessa época em que vivemos tão apressados,
quem não reconhece a importância de desfrutar as coisas? Aproveite a vida como diz a música: 'pasito a pasito, suave, suavecito’.”

Na declaração acima, em uma entrevista à agência Efe, a artista filosofa sobre a letra da música, que ensina como conquistar uma garota “lentamente” (é isso que significa, afinal, o tal “despacito”).

No programa “Despierta América”, da TV americana, Fonsi contou que tinha em mente alguns versos e a melodia da música há dois anos. Ele se juntou à amiga em seu apartamento em Miami (o encontro foi registrado em vídeo, assista) e os dois, então, chegaram ao resultado final: um reggaeton pop com pegada urbana e trechos de hip hop.

O convite ao também portorriquenho Daddy Yankee veio mais tarde, porque Fonsi e Erika acharam que faltava à canção “um momento explosivo”. Mas a explosão aconteceu mesmo quando Justin Bieber decidiu surfar na onda do sucesso latino, em sua estreia cantando em espanhol. O remix com Fonsi, Yankee e Bieber foi decisivo para que o hit acumulasse números surpreendentes:

Mais de 1,6 milhão de cópias vendidas entre fevereiro e abril deste ano

Primeiro lugar mundial entre as mais tocadas no Spotify (marca inédita para uma música em espanhol)

Em 24 horas, mais de 20 milhões de vizualizações na publicação do remix com participação de Justin Bieber no YouTube

Quase 1,2 bilhão de visualizações no clipe oficial no YouTube

15 semanas (e contando) na lista das 100 músicas mais ouvidas da "Billboard"

"Eu sou do tipo que pensa que os limites só existem na mente e, durante toda a minha vida, quis trabalhar com artistas diferentes, independentemente de quaisquer fronteiras musicais, mas Justin Bieber foi uma surpresa, como foi também 'Despacito'", disse Erika à Efe.


Erika e Luis Fonsi, intérprete e também compositor de 'Despacito'
(Foto: Reprodução/Facebook/Erika Ender)


Sexy sem ser vulgar
No processo de criação da música, a compositora trabalhou principalmente na elaboração da letra, segundo contou à revista "Billboard". Foi ela quem deu o tom "suave, suavecito" à canção, que é sexy sem ser vulgar. Era o que Erika queria: versos provocantes, mas "com classe". Ou, como diz a letra, "malícia com delicadeza".

"Eu disse [a Fonsi]: 'Se vamos fazer algo com um apelo sexy, acho que precisamos ser responsáveis com uma boa letra'. Em seguida, a versão pop nasceu."

O próprio cantor buscou esse equilíbrio, ao se juntar à artista. Em uma entrevista à rede de TV americana Telemundo, ele explicou que prefere escrever com autoras, para balancear o teor das canções. "Me parece que a música fica mais redonda, tendo o ponto de vista do homem e da mulher. Especialmente porque 99% das minhas canções falam da mulher.”

Não é a primeira criação conjunta da dupla. Erika e Fonsi também são responsáveis por "Tentación", uma espécie de pop rock romântico lançado em 2014. Perto de "Despacito", porém, a música passou batida: foi lançada apenas na versão deluxe do álbum "8" do cantor e sequer ganhou um clipe.
Erika durante trabalho em estúdio nos EUA
(Foto: Reprodução/Facebook/Erika Ender)


)


Sertanejo no currículo

Em 25 anos de carreira, Erika ajudou a criar desde baladas como "Cinco minutos", umas das músicas mais famosas da mexicana Gloria Trevi, e "Candela", do portorriquenho Chayanne, a hits da salsa, entre eles "Me corta el alma", de Víctor Manuelle, também de Porto Rico. Arriscou-se ainda no sertanejo brasileiro, quando trabalhou com Leonardo em "Quero acender teu fogo".

A trajetória musical lhe rendeu prêmios no Grammy Latino e no Latin Billboard e uma posição na lista das 50 mulheres mais poderosas da América Central, segundo a revista "Forbes". Mas seu currículo vai além das composições: a artista também é uma personalidade da televisão hispânica, com participações em séries e reality shows.

Nada disso, porém, levou Erika tão longe quanto "Despacito". A música rodou o planeta e mudou a vida da compositora, que quer aproveitar o momento para ampliar as oportunidades além da América Latina. "Tenho tido contato com artistas que nunca trabalhei antes", contou à Efe. Em suas redes sociais, tomadas por postagens sobre o êxito do hit, ela faz questão de dizer que mais gente também lucrou com o fenômeno:

"É uma grande conquista, não só para aqueles que estão envolvidos na canção, mas para a música latina no mundo."









segunda-feira, 24 de abril de 2017

Zélia 'inventa' disco com registro de show de 2015 em que canta Milton


Texto: Mauro Ferreira
Fonte: g1.globo.com
Fotos: Reprodução
Edição e arte: Jorge Luiz da Silva
Serrinha, BA (da redação Itinerante)



Em maio de 2015, Zélia Duncan fez show na terceira edição do projeto Inusitado – série de espetáculos inusuais criada por André Midani, lendário executivo da indústria fonográfica do Brasil – em que cantou o repertório de Milton Nascimento somente com o toque do violoncelo de Jaques Morelenbaum. Dois anos depois, o show é perpetuado em disco, gravado em estúdio e intitulado Invento mais.



O título Invento mais foi extraído da letra de Cais (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, 1972), uma das 20 músicas do roteiro original do show. O repertório do álbum inclui músicas como Caxangá (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1977). Se o disco eternizar o show com fidelidade à apresentação de 2015, Zélia faz Ponta de areia (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1974) com ternura, em tom suave, pavimentando o caminho de afeto fraternal que pauta Canção amiga (Milton Nascimento e Carlos Drummond de Andrade, 1978).



Já Morelenbaum vai além do habitual tom lírico do violoncelo, fazendo o instrumento soar como baixo na introdução de Encontros e despedidas (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1981).

Eis o repertório original do show em que Zélia canta Milton com o toque virtuoso do violoncelo de Jaques Morelenbaum:

1. Ponta de areia (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1974)
2. Canção amiga (Milton Nascimento e Carlos Drummond de Andrade, 1978)
3. Encontros e despedidas (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1981)
4. O que foi feito devera (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1978) /
5. O que foi feito de Vera (Milton Nascimento e Márcio Borges, 1978)
6. Canção da América (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1979)
7. Fé cega, faca amolada (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1974)
8. Caxangá (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1977)
9. Beijo partido (Toninho Horta, 1975)
10. Mistérios (Joyce Moreno e Maurício Maestro, 1978)
11. Volver a los 17 (Violeta Parra, 1966)
12. Tudo que você podia ser (Lô Borges e Márcio Borges, 1972)
13. Nada será como antes (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, 1972)
14. O que será? (À flor da pele) (Chico Buarque, 1976)
15. San Vicente (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1972)
16. Calix bento (tema de Folia de Reis com música e letra adaptada por Tavinho Moura)
17. Peixinho do mar (cantiga de marujada em adaptação de Tavinho Moura)
18. Cravo e canela (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, 1971)
19. Cais (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, 1972)
20. Travessia (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1967)

(Crédito da imagem: Zélia Duncan e Milton Nascimento em foto de Cristina Granato)





quinta-feira, 13 de abril de 2017

Trilha de 'Os dias eram assim' inclui Elis, Walter Franco e Novos Baianos


Texto: Mauro Ferreira
Fonte: G1.Globo.com
Fotos: Reprodução
Edição e arte: Jorge Luiz da Silva
Serrinha, BA (da redação Itinerante)




Prevista para ser editada em disco, a trilha sonora da supersérie Os dias eram assim reúne várias gravações dos anos 1970 e 1980, décadas em que se passa a trama de Alessandra Poggi e Angela Chaves produzida pela TV Globo sob a direção artística de Carlos Araújo. Eduardo Queiroz e Victor Pozas assinam a produção musical da supersérie que estreia na segunda-feira, 17 de abril, mas que já tem o primeiro capítulo disponível no GloboPlay.




Música que traz na letra o verso–título Os dias eram assim, Aos nossos filhos (Ivan Lins e Vitor Martins, 1978) ganhou gravação inédita, feita pelos atores Renato Góes, Sophie Charlotte, Daniel Oliveira, Maria Casadevall e Gabriel Leone para ser tema de abertura da supersérie. Mas a maioria dos fonogramas da trilha é da época da trama. Elis Regina (1945 – 1982) é ouvida já no primeiro capítulo com o impactante registro de Deus lhe pague (Chico Buarque, 1971) extraído da gravação ao vivo do show Transversal do tempo (1977 / 1978).




A trilha sonora de Os dias eram assim também inclui gravações de Milton Nascimento (A lua girou, tema tradicional revivido pelo cantor para álbum de 1976), Novos Baianos (Linguagem do Alunte – Moraes Moreira, Pepeu Gomes e Luiz Galvão, 1974), Secos & Molhados (Sangue latino – Paulinho Mendonça e João Ricardo, 1973) e Walter Franco (Feito gente, música do próprio Franco, lançada na voz do autor em 1975). Contudo, ainda não foram divulgadas as músicas que constarão no disco a ser lançado pela gravadora Som Livre.



(Crédito da imagem: Elis Regina em 1970 na capa do álbum ...Em pleno verão)










segunda-feira, 10 de abril de 2017

Veja a capa de 'Clareou', 20º álbum da discografia de padre Fábio de Melo


Texto: Mauro Ferreira
Fonte: G1.Globo.com
Fotos: Reprodução
Edição e arte: Jorge Luiz da Silva
Serrinha, BA (da redação Itinerante)



Já foi publicada a capa de Clareou, 20º álbum da discografia de padre Fábio de Melo.

No mercado fonográfico a partir de 28 de abril, em edição da gravadora Sony Music, Clareou apresenta 14 músicas gravadas pelo padre e cantor mineiro com produção musical de José Milton.

Das 14 músicas, somente três – Claro, Proteção e Regras da vida – são composições de autoria de Fábio.





Em Clareou, CD batizado com o nome do samba de Serginho Meriti e Rodrigo Leite lançado pela cantora Paula Lima em 2013, Fábio regrava Trem bala (2016) – música da cantora e compositora paranaense Ana Vilela que virou viral no ano passado por conta da letra que prega a valorização do afeto na velocidade da vida – e Te desejo vida (2010), canção da lavra da compositora paraibana Flavia Wenceslau, lançada há sete anos pela autora no álbum Saia de retalhos (2010).





O repertório também inclui Amor pra recomeçar (Roberto Frejat, Maurício Barros e Mauro Sta. Cecília, 2001), Caminhos de mim (Dudu Falcão, 2014), Raízes (Renato Teixeira, 1992) e O poder mágico (Telo Borges e Salomão Borges, 2004). O disco Clareou foi gravado com os músicos Cristóvão Bastos (piano), João Lyra (violão), Jamil Joanes (baixo), Jurim Moreira (bateria) e Leo Amuedo (guitarra). Eduardo Souto Neto assina os arranjos de cordas.

(Crédito da imagem: capa do álbum Clareou, de Fábio de Melo)





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