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quinta-feira, 13 de julho de 2017

Michael Jackson 'retorna' em animação para o Halloween


Fonte: G1.Globo.com
Foto: Reprodução
Edição: Jorge Luiz da Silva
Salvador, BA (da redação Itinerante)


Cena do filme 'O Halloween de Michael Jackson' (Foto: Divulgação)



Cantor morto em 2009 aos 50 anos 'retornará' em filme de animação para a televisão que será exibido nos Estados Unidos no final de outubro. Por France Presse.



Michael Jackson, morto em 2009 aos 50 anos, retornará em um filme de animação para a televisão que será exibido nos Estados Unidos no final de outubro por ocasião do Halloween, anunciaram seus herdeiros.

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O projeto póstumo "Michael Jackson's Halloween" ("O Halloween de Michael Jackson") será exibido pela rede CBS, que ainda negocia sua exportação para outros países.

Os herdeiros do popstar lançaram vários projetos relacionados ao astro do pop, incluindo a venda do seu famoso rancho na Califórnia, Neverland.

Dois álbuns com obras inéditas foram lançados após a sua morte súbita, mas um deles, "Michael", editado em 2010, provocou grande polêmica.






domingo, 8 de janeiro de 2017

Documentário sobre 'axé music' vai estrear nos cinemas em 19 de janeiro


Texto: Mauro Ferreira
Fonte: G1.Globo.com
Edição: Jorge Luiz da Silva
Imagens: Reprodução/Divulgação
Salvador, BA (da redação Itinerante)




Festejados em 2015, os 30 anos da música afro-pop-baiana rotulada como axé music ainda vão ecoar neste ano de 2017. Exibido em sessões de festivais ao longo de 2016, o documentário Axé – Canto do povo de um lugar tem estreia programada nos cinemas para 19 de janeiro. 







No filme feito sob direção de Chico Kertész, artistas como Caetano Veloso, Daniela Mercury, Gilberto Gil, Ivete Sangalo, Luiz Caldas e Saulo Fernandes, entre outros, discorrem sobre a evolução da axé music ao longo das últimas décadas, relembram fatos marcantes na gênese do gênero e lembram o preconceito sofrido pelos artistas de axé na mídia, sobretudo no eixo Rio de Janeiro – São Paulo. 







O subtítulo do documentário, Canto do povo de um lugar, reproduz o nome de uma música de Caetano Veloso, lançada em 1975 na voz do cantor e compositor baiano no álbum Joia.



(Crédito da foto: poster do documentário)


                                                                                                         




segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

"Que Horas Ela Volta?", com Regina Casé, fatura prêmio em Berlim


Texto: Marcos Henderson
Fonte: diario24horas. (Com informações do portal Terra).
Fotos: Divulgação
Edição: Jorge Luiz da Silva
Salvador, BA (da redação Itinerante)


Dirigido por Anna Muylaert, o longa ganhou na categoria "melhor filme de ficção" em votação popular.


Anna Muylaert, diretora de "Que Horas Ela Volta?", acaba de conquistar um feito enorme na carreira, ao ganhar o prêmio de melhor filme de ficção, na mostra Panorama. A boa notícia aconteceu na 65ª edição do festival internacional de cinema Berlinale, que na mostra panorama, onde a votação é popular, havia 52 filmes de 38 países na disputa pelo troféu independente.

A obra é um drama familiar que mostra como uma babá, representada por Regina Casé, que trabalha para uma família rica de São Paulo, vê sua vida se transformar quando a filha (Camila Márdila) decide se mudar para a cidade.

O filme trata, na verdade, de uma questão social, como explica a diretora. "No Brasil, a maioria das pessoas de classe média e alta tem babás. O trabalho materno de cuidar da criança é, na maioria das vezes, menosprezado".


Muylaert explicou que a inspiração para o filme surgiu quando ela teve seu primeiro filho. "Havia a idéia de talvez contratar uma baba, mas eu recusei. Eu mesma queria criá-lo, porque considerava a maternidade, a oportunidade de cuidar de uma criança, um trabalho sagrado. Percebi que no meu país, esse era considerado um trabalho de segunda classe."

"Educação começa na relação mãe e filho"

"Eu sempre fui muito revoltada com essa questão", contou a diretora. "A verdade é que, quem teve uma babá no Brasil sabe que a essa 'segunda mãe', em geral, é muito mais afetiva do que a primeira."

Ela explica que a educação é um tema central da obra. "Tudo no filme fala disso: desde a educação formal, da faculdade, à educação da mãe, o afeto. Num país onde a população não tem acesso a educação, não se conquista o direito à cidadania", observou. "E eu acho que a educação começa na relação mãe e filho."


Antes de chegar à Berlinale, o filme havia recebido uma premiação importante no conceituado Festival de Sundance, nos Estados Unidos, onde as atrizes protagonistas dividiram o prêmio especial de interpretação da mostra World Cinema.

Além do Panorama, o filme Que horas ela volta?recebeu, também na Berlinale, o prêmio da Confederação Internacional de Cinema de Arte e Ensaio (CICAE).




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