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sexta-feira, 1 de abril de 2016

Djavan lança ‘Vidas pra contar’ e celebra 40 anos de carreira no DF


Fonte: G1.Globo.com
Edição: Jorge Luiz da Silva
Serrinha, BA (da redação Itinerante)
 
O cantor Djavan (Foto: Murillo Meirelles/Divulgação)

Músico alagoano se apresenta às 20h deste sábado no Ulysses Guimarães.
Novo álbum traz lembranças do Nordeste e homenagem à mãe do cantor

O cantor Djavan desembarca em Brasília neste sábado (2) para show em comemoração aos 40 anos de carreira e para o lançamento do 23º álbum da carreira, “Vidas pra contar". O artista sobe ao palco do Centro de Convenções Ulysses Guimarães às 20h. Os ingressos custam entre R$ 100 e R$ 440.

Durante o espetáculo, o músico apresenta sucessos como “Linha do Equador”, “Amor puro”, “Eu te devoro” e “Outono” e canções do novo disco, que chegou ao mercado no fim do ano passado. O trabalho é marcado por uma série de memórias afetivas, expostas ao longo de 12 composições.

Show do Djavan em Manaus
(Foto: Adneison Severiano)
Alagoano, Djavan fala da região de origem em algumas letras de “Vidas pra contar”.
No som, há também traços da música nordestina, com elementos de ritmos brasileiros, jazz e samba, que sempre permearam o trabalho de Djavan.

A faixa de abertura, “Vida nordestina”, traz versos como “A vida não é de festa para o povo do sertão / Mas até quem não tem empresta, dá a mão” e “A fé do povo é o que há de seu / Sem ela tudo vai ser pior / Nem roça, nem gado / Existem sem Deus / Mas quando é dia de festa / Todo povo do sertão / Dança para aparar as arestas / Do coração”.

Outro destaque do disco é a música “Dona do horizonte”, escrita em homenagem à mãe do artista. Na letra, Djavan fala da importância dela na formação musical e no surgimento da vontade de cantar.

“Mãe é o nome do amor / Logo cresci, minha mãe ali, dona do horizonte / Me fez ouvir Dalva de Oliveira e Ângela Maria todo dia / Deusas que adorava / Tinha prazer em me levar pra ver Luiz Gonzaga cantar / Não sem deixar de advertir / Pra que eu estudasse sempre mais”, diz um dos trechos.

No show de Brasília, o músico sobe ao palco acompanhado por Carlos Bala (bateria), Jessé Sadoc (trompete, vocal e flugelhorn), Marcelo Mariano (baixo e vocal), Marcelo Martins (flauta, saxofone e vocal), Paulo Calasans (teclados e piano) e João Castilho (guitarras, violões e vocal).

O cantor Djavan
(Foto: Marcos Hermes)
A direção do espetáculo é do próprio Djavan. Suzy Martins é a diretora executiva e Suzane Queiroz assina a cenografia e a direção de arte. A iluminação fica a cargo de Binho Schaefer e o figurino é de Roberta Stamato.

“Existe entre nós, eu e os músicos, um código musical que permite voos para todas as direções, e isto é uma coisa que me ajuda muito, uma vez que persigo sempre a diversidade. Eu acho que a diversidade me impõe a estar sempre correndo riscos, e eu preciso disso”, diz o cantor.

Segundo a produção, o cenário é feito a partir do conceito de que “a vida é um grande livro em branco, preenchido aos poucos pelos acontecimentos”. O show começa em um espaço vazio até a abertura do livro no centro do palco. Em seguida as páginas são preenchidas por “luzes coloridas e linhas verticais com escritos em espiral, círculos, grafismos poligonais e Art Nouveau”.

Djavan – “Vidas pra contar”

Local: Auditório Master do Centro de Convenções Ulysses Guimarães.
Endereço: Eixo Monumental – Asa Sul, Brasília
Data: sábado (02/04)
Horário: 20h00

Ingressos:
Poltrona VIP – R$ 440 (inteira) e R$ 220 (meia);
Poltrona VIP lateral – R$ 360 (inteira) e R$ 180 (meia);
Especial – R$ 280 (inteira) e R$ 140 (meia);
Superior – R$ 200 (inteira) e R$ 100 (meia).

 





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