terça-feira, 29 de maio de 2018

Um xodó muito especial




Texto, edição e arte: Jorge Luiz da Silva
Imagens: 
Arquivo pessoal e Google.com.br

Serrinha, BA (da redação Itinerante)





Aos 3 anos de idade eu era o xodó especial dos meus saudosos pais. 

E eles procuravam sempre fazer o melhor para mim. 

Eu cresci rodeado de muito amor e carinho.


No entanto na hora de registrar um momento marcante, não sei porque, eu não demonstrava muita alegria...

Apesar de que na hora de posar para a posteridade, não deixava de mostrar as qualidades de um galã infantil. 






Um detalhe curioso:

Naquela época eu ainda não conhecia a televisão 

A TV Itapoan, canal 5, Salvador-Bahia, só foi fundada em 1960 pelos Diários Associados.




Uma idade muito especial! 


Aos 3 anos, a criança poderá formar um pouco da sua identidade. Isso porque, é uma fase na qual ela aceita a diversidade e começa a viver – e aceitar – a convivência numa sociedade multicultural. Por isso, aproveite o momento para trazer uma educação livre de preconceitos, ensinando seu filho a respeitar as diferenças. Acompanhe também o que seu filho assiste na TV, já que ele pode absorver muito dos estereótipos de cultura que são transmitidos pelos programas e anúncios. O importante é estar ao lado dele discutindo, explicando, enfim, educando. Seu filho já é capaz de entender argumentações e é capaz de conviver e brincar com outras crianças, então a hora é essa mesmo! 

Fonte: paisefilhos.uol.com.br/linha-do-tempo/crianca/tres-anos







terça-feira, 10 de abril de 2018

A primeira foto encontrada



Texto, edição e arte: Jorge Luiz da Silva
Imagens: Google.com.br / Arquivo pessoal.
Serrinha, BA (da redação Itinerante)






Em uma terça feira, dia 14 do mês de dezembro do ano de 1954 sob o signo de sagitário, nasceu em Serrinha – Bahia, Jorge Luiz da Silva, filho primogênito do saudoso casal: Antonio Jayme Ferreira da Silva e Marival dos Santos Silva.







A primeira foto encontrada.
Jorginho com 3 meses de idade (março de 1955)

Nesta idade, o bebe geralmente já consegue seguir um objeto em movimento, abrir e fechar as mãos, emitir sons e gorjeios, levantar a cabeça a 45º, quando o deita de barriga para baixo, e mover pernas e braços com energia, entre outras capacidades.

Em nenhum outro período da vida o ser humano faz tantas conquistas motoras, mentais e sociais quanto nos primeiros meses.


Jorginho com 3 meses de idade







quarta-feira, 14 de março de 2018

Banda Plutão Já Foi Planeta lança primeira música inédita após álbum de 2016



Texto: Mauro Ferreira
Fonte: G1.Globo.com
Foto: Reprodução
Edição: Jorge Luiz da Silva
Salvador, BA (da redação Itinerante)




Atração do Lollapalooza Brasil na edição do festival que acontece neste mês de março de 2018, a banda potiguar Plutão Já Foi Planeta vai se apresentar na cidade de São Paulo (SP) com música nova em rotação na web e no roteiro do show. Sem apresentar música inédita desde a edição do segundo álbum, A última palavra feche a porta (2016), lançado há dois anos, o quinteto promove Estrondo, música de autoria da vocalista e compositora do Plutão Já Foi Planeta, Natália Noronha. 

Já disponível nas plataformas digitais pelo selo slap, o single Estrondo foi produzido pelos integrantes da banda ao lado de Thommy Tannus. Na letra da música, a palavra estrondo é usada no sentido de pororoca, tal como na língua tupi. 

Nos versos metafóricos, Natália fala do encontro das correntes fluviais com as águas oceânicas como se esse fenômeno da natureza simbolizasse as ondas agitadas de turbulenta relação afetiva. "Esse evento natural tem uma força tão grande que é capaz de deixar rastros de destruição nas margens do rio, assim como pode acontecer em uma relação", compara a compositora. 

Musicalmente, Estrondo incorpora certa latinidade e teclados de sonoridade alusiva à década de 1980 sem diluir a pegada pop evidenciada no último álbum de Plutão Já Foi Planeta. 






quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

O Anjo Pequeno de Lane Helena


Texto e edição: Jorge Luiz da Silva
Imagens: Arquivo pessoal e Google.com.br
Salvador, BA (da redação Itinerante)



A matéria que eu escrevi e postei em 12 de abril de 2013, aqui no blog da JOLUSI FM sobre o disco gravado pela cantora Lane Helena em 1983, despertou a curiosidade de um pesquisador musical, da sua própria filha e de outras pessoas que inclusive entraram em contato demonstrando interesse no seu trabalho musical.


Infelizmente eu não consegui um aparelho com a qualidade que eu queria para converter as músicas do compacto simples em MP3, mas, com uma razoável qualidade deu para mostrar a obra da minha amiga para os seus fãs.


Inclusive resolvi elaborar e produzir um vídeo para postar no YouTube.



A música “Anjo Pequeno” é parte integrante no Lado A, do seu primeiro compacto-simples.

Uma composição de Tyrço de Roma.


Clique no link abaixo para ver a primeira matéria sobre a cantora Lane Helena:






Clique no link abaixo para assistir o vídeo da música "ANJO PEQUENO", de Tyrço de Roma, na oz de Lane Helena.







segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Caetano assina direção musical do projeto em que Teresa Cristina canta Noel Rosa


Texto: Mauro Ferreira
Fonte: G1.Globo.com
Foto: Reprodução
Edição: Jorge Luiz da Silva
Salvador, BA (da redação Itinerante)






Batuque é um privilégio. O verso-sentença do samba-canção Feitio de oração (Vadico e Noel Rosa, 1933) é o subtítulo do projeto em que a cantora carioca Teresa Cristina dá voz à obra do compositor conterrâneo Noel Rosa (1910 – 1937). O show Teresa canta Noel – Batuque é um privilégio estreia neste primeiro semestre de 2018. Caetano Veloso assina a direção musical.


A abordagem do cancioneiro de Noel – o compositor brasileiro mais relevante da década de 1930, afiado cronista musical dos costumes da época – é o terceiro projeto consecutivo de Teresa Cristina em torno do repertório de um determinado compositor. Dedicado ao cancioneiro do compositor carioca Cartola (1908 – 1980), o show anterior Teresa Cristina canta Cartola – Um poeta de Mangueira estreou em novembro de 2015, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), e gerou disco ao vivo em 2016. Antes, em 2012, a cantora abordou o repertório de Roberto Carlos em álbum derivado de show de 2011 e gravado em estúdio com o grupo carioca Os Outros.