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quarta-feira, 19 de julho de 2017

'Despacito' é canção mais reproduzida em 'streaming' da história


Fonte: G1.Globo.com
Por: France Presse
Foto: Reprodução
Edição: Jorge Luiz da Silva
Serrinha, BA (da redação Itinerante)


Daddy Yankee e Luis Fonsi, parceiros em 'Despacito' (Foto: Divulgação)



Hit de Luis Fonsi e Daddy Yankee alcançou 4,6 bilhões de reproduções nas plataformas de internet.





"Despacito", hit dos porto-riquenhos Luis Fonsi e Daddy Yankee que conquistou o mundo, foi declarado nesta quarta-feira (19) o tema mais reproduzido em "streaming" da história.

A Universal Music Latin Entertainment anunciou que "Despacito", em sua versão original e remix, alcançou 4,6 bilhões de reproduções nas plataformas de internet, entre elas YouTube e Spotify.

"Despacito" viralizou logo depois de seu lançamento em janeiro, atingindo um público ainda maior depois que a estrela do pop canadense Justin Bieber apareceu em um remix. Com isso, desbancou da liderança no ranking do "streaming" a música "Sorry", do próprio Bieber, que havia registrado 4,38 bilhões de reproduções, segundo a Universal.

 
Daddy Yankee e Luis Fonsi, parceiros em 'Despacito' (Foto: Divulgação)




Quem é a compositora filha de brasileira que ajudou a criar o fenômeno ‘Despacito’?




'Despacito' não sai da sua cabeça? Ciência explica o sucesso das músicas-chiclete




Durante dez semanas, "Despacito" foi a número um das listas de mais ouvidas nos EUA, tornando-se a primeira canção em espanhol a atingir o topo desde "Macarena", em 1996.

"O 'streaming' é um conector para públicos no mundo inteiro e ajudou minha música a alcançar todos os cantos do mundo", celebrou Fonsi, em um comunicado.

Lucian Grainge, CEO do Universal Music Group, maior indústria discográfica do mercado mundial, disse que "Despacito" é o maior sucesso de 2017.

Daddy Yankee (esquerda) e Luis Fonsi, parceiros em 'Despacito' (Foto: Divulgação)

A música também arrasou no YouTube, onde o vídeo é o quarto mais visto da história, com 2,66 bilhões de visualizações. No Spotify, era - até esta quarta-feira - a 39ª canção mais ouvida desde que a plataforma foi criada.




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quinta-feira, 13 de julho de 2017

Michael Jackson 'retorna' em animação para o Halloween


Fonte: G1.Globo.com
Foto: Reprodução
Edição: Jorge Luiz da Silva
Salvador, BA (da redação Itinerante)


Cena do filme 'O Halloween de Michael Jackson' (Foto: Divulgação)



Cantor morto em 2009 aos 50 anos 'retornará' em filme de animação para a televisão que será exibido nos Estados Unidos no final de outubro. Por France Presse.



Michael Jackson, morto em 2009 aos 50 anos, retornará em um filme de animação para a televisão que será exibido nos Estados Unidos no final de outubro por ocasião do Halloween, anunciaram seus herdeiros.

G1 ouviu: 2º CD póstumo de Michael Jackson é menos 'fake'

Com Michael Jackson no topo, veja lista de mortos mais rentáveis


O projeto póstumo "Michael Jackson's Halloween" ("O Halloween de Michael Jackson") será exibido pela rede CBS, que ainda negocia sua exportação para outros países.

Os herdeiros do popstar lançaram vários projetos relacionados ao astro do pop, incluindo a venda do seu famoso rancho na Califórnia, Neverland.

Dois álbuns com obras inéditas foram lançados após a sua morte súbita, mas um deles, "Michael", editado em 2010, provocou grande polêmica.






quarta-feira, 12 de julho de 2017

A RÁDIO WEB JOLUSI FM AGRADECE


Texto, edição e arte: Jorge Luiz da Silva
Salvador, BA (da redação Itinerante)



FORAM 201 CURTIDAS
23 COMENTÁRIOS
E 91 VOTOS.
FALTARAM 9 VOTOS PARA A RÁDIO WEB JOLUSI FM ALCANÇAR A SUA META E SAIR DA FASE EXPERIMENTAL...
NOSSO AGRADECIMENTO AOS QUE FIZERAM A SUA PARTE.
MAS ESSE PROJETO LAMENTAVELMENTE CHEGOU AO FIM.
À TODOS O NOSSO MUITO OBRIGADO!!!
















Paralamas gravam música de rapper portuguesa no álbum 'Sinais do sim'


Texto: Mauro Ferreira
Fonte: g1.globo.com
Imagens: Reprodução
Edição e arte: Jorge Luiz da Silva
Salvador, BA (da redação Itinerante)




Música lançada pela rapper portuguesa Capicua em álbum de 2012, Medo do medo é uma das músicas do repertório do 21º álbum do trio carioca Paralamas do Sucesso, Sinais do sim. Apesar de também conter a regravação de Cuando pase el temblor (Gustavo Cerati, 1985), sucesso da banda argentina de rock Soda Stereo revivido pelo grupo com a letra original em espanhol, o álbum Sinais do sim tem repertório majoritariamente inédito e autoral.

O primeiro single é a música-título Sinais do sim, rock-balada em midtempo de autoria de Bi Ribeiro (baixo), Herbert Vianna (voz e guitarra) e João Barone (bateria). O single chega às plataformas digitais a partir de amanhã, 13 de julho de 2017, dia do rock. Já o álbum – o primeiro gravado pelo trio com produção de Mario Caldato Jr – tem lançamento programado para 4 de agosto pela gravadora Universal Music.

Mixado pelo produtor Mario Caldato em Los Angeles (EUA) no MCJ Studios (de Caldato), sob a supervisão do baixista Bi Ribeiro, o 13º álbum de músicas inéditas dos Paralamas do Sucesso foi gravado em março na cidade do Rio de Janeiro (RJ), onde posteriormente foi masterizado por Ricardo Garcia. O carioca Duo Santoro – formado pelos irmãos gêmeos violoncelistas Paulo Santoro e Ricardo Santoro – participa do disco.


(Crédito da imagem: capa do single Sinais do sim. Paralamas do Sucesso em foto de Maurício Valladares)





quarta-feira, 5 de julho de 2017

Ode em prêmio, biografia, show com Nação e álbum mantêm Ney em cena


Texto: Mauro Ferreira
Fonte: G1.Globo.com
Fotos: Reprodução
Edição e arte: Jorge Luiz da Silva
Salvador, BA (da redação Itinerante)





A menos de um mês de completar 76 anos, em 1º de agosto, Ney Matogrosso continua no olho do furacão. Iniciada em fevereiro de 2013, a extensa turnê do show Atento aos sinais já está na reta final. Mas homenagem em prêmio, biografia, show com a Nação Zumbi e álbum de estúdio se encarregarão de manter o cantor sul mato-grossense em evidência ao longo dos próximos meses.

A celebração da obra do artista na 28ª edição do Prêmio da Música Brasileira está programada para o dia 19 deste mês de julho de 2017 em festa-show no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Até Chico Buarque, geralmente arisco a eventos do gênero, confirmou presença no elenco de intérpretes com a intenção de cantar As vitrines (1982), música de Chico já gravada por Ney para a trilha sonora do filme Chico – Artista brasileiro (2015).


A biografia está sendo escrita pelo jornalista paulistano Julio Maria – autor do melhor livro sobre a cantora Elis Regina (1945 – 1982), Elis Regina – Nada será como antes (Master Books, 2015) – e será publicada pela editora Companhia das Letras. O desafio do jornalista é apresentar uma biografia que retrate o cidadão Ney de Souza Pereira de forma tão profunda como a exposição do artista no livro Um cara meio estranho (Rio Fundo Editora, 1992), escrito por Denise Pires Vaz, editado há 25 anos e há muito tempo fora de catálogo.


O inédito show com a Nação Zumbi acontece em setembro, dentro da programação do palco Sunset da sexta edição carioca do festival Rock in Rio. Músicas dos repertórios do grupo Secos & Molhados e da banda pernambucana estão previstas no roteiro do show. Antes, em 22 de agosto, estreia no Teatro dos Quatro, no Rio de Janeiro (RJ), um show em homenagem ao cantor, Puro Ney, protagonizado pelos cantores Marcos Sacramento e Soraya Ravenle.

Já o álbum está em processo de gestação. Abortado o projeto de um disco focado nos cancioneiros de compositores marginalizados pelo mercado fonográfico brasileiro, Ney começou a preparar álbum de carreira, com regravações de músicas brasileiras e algumas inéditas. Uma das composições cogitadas para o repertório do álbum é A maçã (Raul Seixas, Paulo Coelho e Marcelo Motta, 1975).

(Crédito da imagem: Ney Matogrosso em foto de divulgação Fábio Piva / Red Bull Studios / Rock in Rio)











sexta-feira, 30 de junho de 2017

Prefeito do Rio sanciona lei que permite shows ao vivo em quiosques da orla da cidade


Texto: Mauro Ferreira
Fonte: G1.Globo.com
Fotos: Reprodução
Edição e arte: Jorge Luiz da Silva
Salvador, BA (da redação Itinerante)


Com a aprovação da lei, será permitido show até às 22h de domigo à quinta e até à meia-noite às sextas, sábados e feriados e vésperas. G1 Rio


O prefeito do Rio, Marcelo Crivella (PRB), sancionou na quinta-feira (28), no Palácio da Cidade, a lei complementar que permite a realização de shows ao vivo nos quiosques da orla da cidade. Crivella chegou a comentar que já imagina o pôr do sol na orla com as músicas enaltecendo a beleza do Rio

De acordo com o texto, as apresentações devem terminar, no máximo, às 22h nos dias de semana e domingo, e à meia-noite nas sextas, sábados, feriados e vésperas.

O vereador Renato Moura (PDT), autor da lei, também acompanhou a solenidade e comemorou a possibilidade de novos trabalhos para os artistas. Segundo ele a nova regulamentação vai gerar emprego e renda







domingo, 11 de junho de 2017

Roberto faz outro disco em espanhol com os músicos de projeto de 2015


Texto: Mauro Ferreira
Fonte: G1.Globo.com
Edição: Jorge Luiz da Silva
Serrinha, BA (da redação Itinerante)







Sob a direção musical do guitarrista norte-americano Tim Mitchell, Roberto Carlos começou a gravar outro disco em espanhol direcionado para o mercado latino formado pelos países de língua hispânica. As gravações acontecem com vários músicos que participaram do anterior projeto do artista para o exterior, Primera fila (2015), CD e DVD gravados nos estúdios Abbey Road, em Londres (Inglaterra), mas também direcionado para o mercado latino hispânico.

O baterista Brendan Buckley, o baixista Eric Kertes, o guitarrista Grecco Burratto, o percussionista Richard Bravo, o violinista Pedro Alfonso e o tecladista Peter Wallace são os músicos que, sob a batuta de Tim Mitchell, participam das gravações deste próximo disco em espanhol do Rei. O disco vai ser lançado no segundo semestre deste ano de 2017.

(Crédito da imagem: Roberto Carlos na capa de EP lançado neste ano de 2017)


   





terça-feira, 30 de maio de 2017

Coletânea mapeia tempo de Belchior com gravação inédita e faixas raras


Texto: Mauro Ferreira
Fonte: G1.Globo.com
Foto: Reprodução
Edição e arte: Jorge Luiz da Silva
Serrinha, BA (da redação Itinerante)


(Crédito da imagem: capa da coletânea Belchior 70 anos – Pequeno mapa do tempo)


Idealizada para celebrar os 70 anos de vida festejados por Belchior (1946 – 2017) em 26 de outubro de 2016, a coletânea Belchior 70 anos – Pequeno mapa do tempo chega atrasada ao mercado fonográfico, em junho (dia 9 nas plataformas digitais e, a partir do dia 23, em CD), mas no timing perfeito para explorar a saudade que o Brasil já sente desse cantor e compositor cearense que saiu abruptamente de cena em 30 de abril.

Com repertório selecionado pelo jornalista Renato Vieira, produtor executivo do projeto, a primeira compilação póstuma de Belchior mapeia o tempo do artista através de 14 fonogramas. Entre sucessos como Medo de avião (Belchior, 1979), há cinco registros raros e uma gravação de Galos, noites e quintais (Belchior, 1974) que nunca foi lançada comercialmente e que, portanto, é inédita para o público. Essa gravação foi feita em 1976 sob a batuta do produtor Marco Mazzola para álbum exclusivamente promocional que celebrava a entrada da gravadora WEA no mercado do Brasil naquele ano (foi Mazzola que, logo após produzir o álbum de 1976 que fez Belchior ficar famoso, levou o cantor para a companhia fonográfica que se instalava no país).

Outra joia rara do repertório de Pequeno mapa do tempo é Meu nome é cem (Belchior e Rick), country gravado por Belchior (com produção de Guti Carvalho) para a coletânea promocional New super disc, lançada pela WEA em 1981. Esse fonograma nunca tinha sido incorporado à discografia de Belchior.

Raridades também são as duas gravações do compacto lançado pelo cantor em 1973, em edição da gravadora Chantecler. Esse compacto obscuro trouxe registros das músicas autorais A palo seco(composição apresentada em 1971, mas ouvida no compacto em gravação diferente da que seria comercializada no primeiro álbum de Belchior, lançado em 1974 pela gravadora Continental) e Sorry baby (música desconhecida até pela maioria dos fãs do artista).

A compilação Pequeno mapa do tempo também rebobina gravações menos ouvidas dos sucessos Apenas um rapaz latino americano (Belchior, 1976) e Como nossos pais (Belchior, 1976), ambas feitas para coletânea editada em 1981, quando Belchior já começou a evocar o passado de glória vivido ao longo dos anos 1970.














quarta-feira, 24 de maio de 2017

Flávio José, orgulho de ser nordestino


Fonte: Wikipedia
Fotos: Reprodução
Edição e arte: Jorge Luiz da Silva
Serrinha, BA (da redação Itinerante)



FLÁVIO JOSÉ

Flávio José Marcelino Remígio nasceu em Monteiro, na Paraiba.
É um cantor, compositor e sanfoneiro brasileiro...

A sua trajetória artística como cantor começou aos 7 anos de idade, tendo como principais influências Luiz Gonzaga e Dominguinhos.







Flávio José também já dava suas primeiras notas no acordeão aos sete anos de idade. Tendo se consagrado como um dos maiores intérpretes de forró da região Nordeste do Brasil, dando um destaca particular e pessoal ao tradicional forró pé-de-serra nordestino.

Seus principais sucessos são "Caboclo Sonhador", "Tareco e Mariola" e "Caia Por Cima de Mim". 

O ídolo nordestino tem três filhos: Lara Amélia, Maike José e Flávio José Marcelino Júnior







BIOGRAFIA

A Carreira

Compositor, cantor e acordeonista paraibano, nascido em Monteiro, FLÁVIO JOSÉ MARCELINO REMÍGIO começou a cantar e tocar ainda na infância, influenciado por grandes nomes da música nordestina como Dominguinhos e Luiz Gonzaga. Ao longo de sua carreira profissional, iniciada nos anos 70, gravou diversos LPs e CDs, firmando-se como um dos grandes nomes do forró nordestino. 

" Descendente de uma família de músicos, na sua pequena Monteiro/PB, já aos 7 anos, este precoce artista fazia a sua iniciação no universo mágico das teclas. Aos 10 anos já tocava o seu pequeno fole de 24 baixos, animando as festinhas do lugar. Essas pequenas incursões festivas, foram o início da forja de um dos maiores ícones do Nordeste. 



 

FLÁVIO JOSÉ é um predestinado cantador do amor e contador das cousas e dos causos do seu universo. Um documentarista melodioso do seu tempo. Um caboclo sonhador que não se considera nem profeta nem tampouco visionário, mas um anunciador previsível quando reforça que o diário desse mundo tá na cara, só não enxerga quem fecha os olhos para não ver. 

Bom produtor tal e qual o bom jogador que conhece o jogo pela regra, FLÁVIO JOSÉ busca direcionar a sua produção confiante na sua sensibilidade artística e afinado unicamente com a cultura do seu povo, totalmente indiferente aos estratagemas ditados pelas indústrias de massa media.






A obra de FLÁVIO JOSÉ contrapõe-se abertamente ao jogo dessas indústrias culturais que fundamentadas em valores mercadológicos questionáveis, replicam em suas linhas de montagem um arremedo de forró, desfigurado, irreconhecível, totalmente destorcido, subjugado na essência por uma total inversão de valores.
Hoje, após 8 LPs, 17 CDs, milhares de shows e eventos, FLÁVIO JOSÉ possui uma carreira consolidada. Reverenciado como o Rei do Xote, permanece fiel ao estilo que abraçou, até os dias atuais. Essa fidelidade é retribuída pelo enorme carinho que lhe é devotado pelos inúmeros fãs. Para atendê-los, o artista promove em média 100 shows por ano."

O Intéprete.

FLÁVIO JOSÉ é um dos artistas mais autênticos da sua geração. Isso é fruto de sensibilidade, fidelidade, coerência e consistência artística representada pelo conjunto da sua obra. Um verdadeiro artesão do forró, matéria-prima da melhor tradição musical nordestina, forrozeiro com estilo personalíssimo de interpretar, consegue manter-se autêntico, atemporal e original, produzindo um forró diferenciado, ao mesmo tempo, chique e popular. 

Intérprete por excelência da boa música romântica do nordeste, FLÁVIO JOSÉ sempre valorizou seus parceiros, gravando com seus arranjos simples e diretos, sempre os melhores compositores da região. 

Sua estética vocal, não é uma técnica ou atitude estudada, é uma consequência natural do sentimento patente. FLÁVIO JOSÉ canta com a alma.

Seu canto brilha, pois suas raízes poéticas, musicais e etnológicas, são as mesmas do seu povo. 

fonte:(http://www.flaviojose.com.br)

FLÁVIO JOSÉ é um dos artistas mais autênticos da sua geração. Isso é fruto de sensibilidade, fidelidade, coerência e consistência artística representada pelo conjunto da sua obra. Um verdadeiro artesão do forró, matéria-prima da melhor tradição musical nordestina, forrozeiro com estilo personalíssimo de interpretar, consegue manter-se autêntico, atemporal e original, produzindo um forró diferenciado, ao mesmo tempo, chique e popular. Sua obra toca-nos o âmago, pela força de suas mensagens.

Intérprete por excelência da boa música romântica do nordeste, FLÁVIO JOSÉ sempre valorizou seus parceiros, gravando com seus arranjos simples e diretos, sempre os melhores compositores da região.

Sua estética vocal, não é uma técnica ou atitude estudada, é uma consequência natural do sentimento patente. FLÁVIO JOSÉ canta com a alma. Essa característica rendeu-lhe uma homenagem singela do cantor e amigo Nando Cordel que gosta de atribuir-lhe um epíteto: “Flávio tem uma lágrima na garganta”.

Voz afinada e possante, afiada e límpida, o tenor das caatingas tem tessitura e extensão de voz, incomuns, dotes que lhe permitem cantar sem o menor esforço, percorrendo de maneira confortável as melodias, com a mesma naturalidade com que manipula as notas do acordeom. Seu canto brilha, pois suas raízes poéticas, musicais e etnológicas, são as mesmas do seu povo.

Sucesso junto à elite tanto quanto nas camadas mais populares, alquimista cultural, musicalmente regional, sem ser sonoramente folclórico, FLÁVIO JOSÉ, há tempos, desfruta de enorme prestígio no cenário do forró brasileiro.

Apesar do perfil, no media que cultiva, trafega com desenvoltura e humildade entre o TOP e o POP do forró clássico nordestino. Assim FLÁVIO JOSÉ tornou-se um dos mais importantes ELOS da corrente musical que une os ídolos do presente, aos ícones de sempre.








Algumas músicas em destaque:

FILHO DO DONO (COMPOSIÇÃO DE: PETRÚCIO AMORIM)
TARECO E MARIOLA (COMPOSIÇÃO DE: PETRÚCIO AMORIM)
ESPUMAS AO VENTO (COMPOSIÇÃO DE: ACCIOLY NETO)
LEMBRANÇA DE UM BEIJO - SEGURA O CHORORÔ (COMPOSIÇÃO DE: ACCIOLY NETO)

FLÁVIO JOSÉ

* 01. Lembranças (Flavio José)
* 02. Só confio em tu (Flavio José)
* 03. Menina mansa (Flavio José)
* 04. Côco do teatá (Flavio José)
* 05. A procura de um amor (Flavio José)
* 06. Meu siriá (Ramos – Wilson Mor)
* 07. São João lá na Bahia (Flavio José)
* 08. A cachoeira (Paulo Romero)
* 09. Pedido a São João (Flavio José)
* 10. Seca nordestina (Flavio José)
* 11. Devolva (Flavio José)
* 12. São João no municipal (Flavio José)



Flávio José – Recado
Polydisc

01 Quando olho pra você (Flávio José – L. Betânia)
02 Raiz do coração (Cecéu)
03 Sanfoneiro bom (Carlinhos Coló – L. Betânia)
04 Recado (Walter Amaral – L. Betânia)
05 Flavinho no forró (Arlindo dos 8 baixos)
06 Não me deixe (Walter Amaral – L. Betânia)
07 Não podia ser melhor (Jotinha de Monteiro)
08 Cadê você (Walmar)
09 Sem vergonheira (Antonio Carlos – Jocafi)
10 Pout pourri

Vamos pular gente (Riachão)
São João é isso (Onildo Almeida)
São João sozinho (Cecéu)
Ordem de Santo Antônio (Assisão)
Tá, tá (João Silva – J.B. de Aquino)




Discografia

1977 - Só Confio em Tu (Vinil) Flávio José
1978 - Forró Quentura (Vinil)
1990 - Recado (Vinil)
1991 - Cheiro de Forró (Vinil)
1992 - Caboclo Sonhador
1993 - Terra Prometida
1994 - Nordestino Lutador
1995 - Tareco e Mariola
1996 - O Melhor de Flávio José
1996 - Filho do Dono
1997 - Sem Ferrolho e Sem Tramela
1998 - A Poeira e a Estrada
1999 - Sempre ao vivo
1999 - Pra Todo Mundo
2000 - Seu Olhar Não Mente
2001 - Me Diz Amor
2002 - Palavras ao Vento
2003 - Cidadão Comum
2003 - Acústico
2004 - Pra Amar e Ser Feliz
2005 - O Poeta Cantador
2006 - Tá Bom que Tá Danado
2007 - Brasil Popular (Luiz Gonzaga & Flávio José)
2008 - Dom Cristalino
2011 - Tá do jeito que eu queria
2013 - Canta Luiz Gonzaga
2014 - Turnê ao Vivo 2013
2015 - Toque o Pé





 Biografia de Flávio José

Com informações da Wikipédia





segunda-feira, 22 de maio de 2017

Cauby Peixoto será homenageado na próxima edição do Mar de Culturas, no RJ


Fonte: G1.Globo.com (G1 Rio)
Foto: Reprodução
Edição e arte: Jorge Luiz da Silva
Serrinha, BA (da redação Itinerante)

Evento acontecerá nesta quinta-feira (25), em Niterói.
Evento terá classificação livre e entrada franca.


Cauby Peixoto
(Foto: ABBC Comunicação/Divulgação)
Um ano após sua morte, Cauby Peixoto será o homenageado da próxima edição do Mar de Culturas, que acontece na próxima quinta-feira (25), às 17h30 no Teatro Popular Oscar Niemeyer, em Niterói, cidade natal do artista.

O evento, que será gratuito e de classificação livre, contará com a participação musical de Agnaldo Timóteo, que lançou em abril o disco ‘Obrigado, Cauby’, e Adriana, Peixoto, sobrinha do homenageado, que está em turnê com o show em dedicado ao tio ‘Pra sempre Cauby’.

Além da atração musical, os artistas participarão, juntamente com Nelson Hoineff, jornalista, produtor e diretor do documentário ‘Cauby – Começaria tudo outra vez’, de uma iniciativa para resgatar momentos importantes da vida e da obra de Cauby, que será mediada pelo jornalista Fábio Júdice.

Serviço:

Mar de Culturas – Homenagem a Cauby Peixoto

Local: Teatro Popular Oscar Niemeyer (Rua Jornalista Rogério Coelho Neto s/nº - Centro de Niterói)

Data: 25/05, quinta-feira

Horário: 17h30 às 19h

Classificação livre

Gratuito

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