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sexta-feira, 12 de abril de 2013

Meu amigo Tony Lee lançou música no carnaval de 1984




Foi exatamente no final do ano de 1983 que o meu amigo Tony Lee começou a preparar a sua música para o carnaval do ano seguinte, quando foi lançada, logo no início do ano, fazendo parte de um compacto-duplo, juntamente com outros novos artistas que também buscavam o seu espaço no cenário musical brasileiro.







Minha amiga Lane Helena gravou um compacto-simples em 1983



Em 1983, quando eu realizava um trabalho de divulgação de um dos meus discos tive o prazer de conhecer uma cantora baiana que também havia gravado pela Fermata e estava na batalha em busca do seu lugar ao sol.



Lane Helena gravou um compacto simples com as músicas compostas por Tirço de Roma:

Anjo Pequeno (Lado A)
E Supremo Beijo (Lado B)

Em 14 de julho daquele ano, ela me ofereceu um disco autografado que eu guardo até hoje, quase 30 anos depois.



sexta-feira, 5 de abril de 2013

Na minha gestão como Presidente da 30 de Junho recebi instrumentos musicais doados pelo Governo do Estado

Fachada da 30 de Junho. Foto: margo-osilencioquefala.blogspot.com

Por indicação de Dr. Hamilton Safira Andrade eu terminei assumindo a presidência da Sociedade Recreativa e Cultural Filarmônica 30 de junho, após ser eleito por aclamação, no segundo semestre de 1980.

Logo que assumi, a nossa Filarmônica foi cadastrada pelo Governo do Estado sendo convidado em seguida a comparecer ao Teatro Castro Alves, em Salvador para receber vários instrumentos musicais, entre eles: Violinos, Sax, Trompete, Clarinetes, Trombone de Vara e Pistom.

Também fui convidado para fazer um curso de atualização para Mestre de Bandas na cidade de Feira de Santana, para onde me desloquei durante quase dois meses, nos dias de terça e quinta-feira.



Ao término, em 12 de junho de 1981, recebi o Certificado emitido pelo Ministério de Educação e Cultura, Fundação Nacional de Arte, Instituto Nacional de Música, Governo do Estado da Bahia, Secretaria do Trabalho e Bem Estar Social e Programa de Apoio às Sociedades Filarmônicas.





Crédito da foto: filamonica30dejunho.wordpress.com


No resumo da história da 30 de Junho, o jornalista Tasso Franco não menciona o meu nome, mas eu exerci mandato de um ano a frente da entidade, no período de 1980/1981 (Depois de Safira e antes de Celso Boaventura),
Foi tudo lavrado em ata, na época.


Resumo da História da Filarmônica 30 de Junho, segundo Tasso Franco.


Em 19 de abril de 1896, nascia em Serrinha a Sociedade Philarmonica 30 de Junho, da união de jovens interessados nas culturas musical, teatral e de belas artes, hoje, Sociedade Recreativa e Cultural Filarmônica 30 de Junho, que teve este nome em homenagem a data de elevação da vila à condição de cidade.

No artigo 6 – § 1 do então estatuto, tinha como objetivo organizar uma biblioteca para uso dos associados; promover a criação de um teatro amador; realizar festas comemorativas das grandes datas cívicas; concertos musicais e reuniões recreativas, incrementando entre os associados o gosto pelo cultivo das belas artes, com cursos de pintura, desenho e canto.
Pela Filarmônica passaram vários presidentes. O primeiro Aurélio Dionísio de Almeida depois vieram o Coronel Antonio Pinheiro da Motta, Dr. André Negreiros, Dr. José Vilalva, Sr. Antonio Bacelar quando, em 1948, o então Prefeito João Barbosa doou um terreno para construção de sua sede própria, onde hoje funciona a Rua Mariano Ribeiro n.º 45, centro da cidade de Serrinha, prédio este, construído pelo saudoso José Ramos de Menezes e seus irmãos com a ajuda da sociedade Serrinhense.
Achando pouco uma Filarmônica, a 30 de Junho, em 1911 o intendente Luiz Nogueira, resolveu fundar a 15 de novembro, que existiu até 1920. Em 1940 um grupo de músicos do povoado do Tanque Grande fundou, também, a 29 de Junho que até 1972 ainda atuava. Logo, houve época em Serrinha de termos três Filarmônicas em funcionamento.

Crédito da foto: filamonica30dejunho.wordpress.com

Tivemos vários momentos na Filarmônica 30 de Junho, inclusive momentos de decadência como o ocorrido em 1960, tendo sobrevivido a duras penas nas gestões do presidente José Ramos de Menezes. Com a morte deste, assumiu a presidência o então Prefeito, Mariano Santana, sendo substituído por Dr. Hamilton Safira.
Entre 1981 e 1989, a Filarmônica retornou as ruas graças ao trabalho do maestro Celso Boaventura que também fazia o papel de presidente da entidade.

Em agosto de 1989, com o apoio da Loja Maçônica assume a presidência o Sr. Manoel de Souza Nunes que num belo trabalho a frente da Filarmônica, projetou-a nacionalmente com diversas apresentações patrocinadas pela UNICEF e pelo Governo do Estado da Bahia. Neste período, também, conseguiu recursos do Governo através do Dr. Paulo Souto, quando recuperou totalmente sua sede.
Inúmeras foram as apresentações, sempre renovadas com a inclusão de jovens de nosso município resultando no título de campeã e vice-campeã do festival de Filarmônicas do recôncavo baiano.

Vários foram nossos maestros fazendo a historia da Filarmônica: Vianinha, Marreta, Azevedo, Celso, e muitos outros aqui esquecidos. O Maestro Bernardo, que fez parte do trabalho de recuperação presidido por Sr. Nilton e pela atual gestão, residindo em Feira de Santana e falecido em abril de 2007.
De 2003 em diante preside Isaac Álvaro da Silva tendo como maestro o Sargento Martins.
De 2008 para cá ainda na presidência Sr, Isaac Álvaro da Silva, recebe o filho da casa Anderson José de Matos como o novo maestro.

Crédito da foto: filamonica30dejunho.wordpress.com

Muitas são as dificuldades, principalmente de mante-la viva, atuante, cumprindo seu papel na sociedade serrinhense. Mesmo assim, a atual diretoria procurou ampliar as atividades pondo em prática objetivos traçados no seu estatuto de manter em funcionamento a escola de música, hoje com quase 60 alunos, o Telecentro 30 de Junho de inclusão digital que em parceria com a Redeserra, Atrib, Casa Nova, Banco do Brasil e CDI coloca a disposição de jovens carentes uma escola de informática com 10 computadores e 100 vagas por quadrimestre; uma biblioteca com mais de 1.500 volumes; uma videoteca com mais de 60 fitas e já tivemos experiências de Teatro, Canto e Dança.

Sonhamos com muitas parcerias, inclusive com a escola de música da UFBA para que possamos melhorar o curso de música resultando em bons músicos de instrumentos de sopro, percussão e cordas.
Iniciamos em julho de 2007 uma parceria com a Prefeitura Municipal que como reconhecimento e a boa vontade do Sr. Prefeito e do Secretario de Educação passamos a contar com quatro funcionários da Prefeitura a disposição da Filarmônica e o patrocínio das despesas com a contratação do novo Maestro. Possuímos 60 sócios ativos que contribuem financeiramente para que a Filarmônica continue e sabemos que muitos a admiram desejosos por uma boa atuação.


Crédito da foto: filamonica30dejunho.wordpress.com

Todo este trabalho tem, também, bons resultados, graças a dedicação do grupo de jovens que dirigimos. Com toda dificuldade, jovens carentes, ainda encontram tempo para se dedicarem a Filarmônica e a boa Música.

A melhor historia não é aquela que se escreve e sim a que se faz. A Filarmônica precisa continuar fazendo a historia, para isso precisa continuar contando com a ajuda de seus sócios, imprescindível na geração de receitas. Precisa, também, contar com o apoio do poder público nas mais diversas parcerias de sustentação das suas atividades e do Legislativo Municipal na regulamentação do artigo 200 da Lei Orgânica do município onde diz que:

O município de Serrinha subvenciará obrigatoriamente a FILARMONICA 30 DE JUNHO, declarada de utilidade pública por Lei Municipal, com o objetivo de preserva-la para atuais e futuras gerações”.
FILARMONICA 30 DE JUNHO – 113 ANOS DE ARTE, CULTURA E BOA MÚSICA.

Logo: filarmonica30dejunho.org.br

terça-feira, 2 de abril de 2013

Minhas músicas foram editadas na “Sonata” e na “Compasso Musical”



Quando os produtores davam o ok para a gravação de um disco, enviavam logo as letras das músicas e uma fita com a melodia para a Editora escolhida, que imediatamente preparavam as partituras musicais.

Algumas composições foram para a “Compasso Editora Musical Ltda
Outras para a “Editora Musical Sonata Ltda”.

As músicas editadas ainda proporcionavam a segurança para o recebimento dos valores referentes aos direitos autorais que eram depositados automaticamente em uma conta especial dos estabelecimentos bancários conveniados.

O ECAD (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) sempre foi o responsável pela arrecadação e distribuição dos valores referentes as execuções das músicas no rádio e na TV.
Os valores eram rateados com os autores musicais.
Enquanto que a Socinpro distribuia o valor arrecado, com os intérpretes.





A SOCINPRO

Informações Gerais

SOCINPRO é a sigla da Sociedade Brasileira de Administração e Proteção de Direitos Intelectuais. Como diz seu próprio nome, sua principal atividade - desde 1962 quando foi fundada - é administrar e proteger obras artísticas de músicos, intérpretes, compositores, autores, editores, produtores. Seu atual quadro de associados é composto por cerca de 13 mil profissionais de todo o país, que também recebem da Socinpro assistência social e orientação para questões relacionadas ao cotidiano artístico.


No Brasil, é uma das seis sociedades-membro que formam e administram o ECAD (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) - responsável pela cobrança do direito autoral em território nacional. Junto ao Congresso Nacional, a SOCINPRO advoga em prol de seus associados pela atualização da legislação de direito intelectual e pelo combate à pirataria.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Minhas músicas foram submetidas ao Departamento de Censura Federal e liberadas para execução pública


Em 1978, quando me preparava para gravar o primeiro disco fui orientado a enviar um ofício ao Chefe do Serviço de Censura de Diversões Públicas do Departamento de Polícia Federal, em São Paulo.

Na época eu residia em um pensionato, na rua Cesário Alvim, no Belenzinho, na capital paulista e trabalhava em uma instituição bancária situada à avenida Celso Garcia.

Através oficio solicitei a verificação censória das letras musicais de minha autoria, relacionadas em uma folha em anexo.

Depois da primeira experiência aproveitei e repeti o pedido com outras músicas, em 30 de novembro daquele ano.

No período entre julho de 1968, quando compus a primeira canção intitulada “Primeiro Amor” e 06 de julho de 1971, quando escreví a última, com o título “Fato Casual”, antes de me tornar profissional foram exatamente 182 composições.


E todas elas foram submetidas a apreciação do Departamento de Censura Federal, sendo liberadas para gravação ou simplesmente execução pública.





domingo, 31 de março de 2013

Minha primeira anuidade paga à Ordem dos Músicos do Brasil, em São Paulo



Quando eu fui morar na Capital Paulista, inicialmente trabalhei em um estúdio de dublagem na Lapa contratado por Pierangela Bianco Piquet, responsável pelo departamento pessoal.

A empresa inicialmente se chamava AIC, depois se juntou a BKS.

Depois passei a trabalhar em uma instituição bancária e ao mesmo tempo cantava em restaurantes, clubes e bares.

Foi quando conheci JB Araújo, ele ao saber do meu desejo de gravar a conhecida "bolacha preta", me levou até a Condor Discos e me apresentou ao Clementino Torres, proprietário e produtor musical.

Lá, na Condor Discos gravei meu primeiro compacto-simples em 1978.

No ano seguinte me recadastrei na Ordem dos Músicos do Brasil, Conselho Regional do Estado de São Paulo, já que eu era cadastrado inicialmente, em Aracaju, capital de Sergipe.

A minha primeira contribuição aconteceu após o recadastramento, em 22 de outubro de 1979, ainda como músico prático.

O Valor da contribuição lembro muito bem porque tenho o recibo guardado até hoje.

Na verdade é uma guia de recolhimento.
Exatamente Cr$ 559,00 (Quinhentos e Cinquenta e Nove Cruzeiros), referentes a anuidade (Cr$ 220,00); Pecúlio (Cr$ 30,00); firma (15,00) e outra taxa que não lembro qual era, no valor de Cr$ 44,00.


AIC/BKS
Em seus quase 14 anos de existência (1962-1976), a AIC Possuiu um elenco de vozes notáveis, muitos oriundos do Rádio e da nossa TV que iniciava.

A tecnologia ainda era modesta, porém a competência de seus profissionais fez a história da dublagem brasileira.


A AIC fez "escola" e lançou novos nomes, os quais muitos deles ainda estão participando do Universo da Dublagem Brasileira.



Estúdio de Dublagem AIC-São Paulo.
Local do meu primeiro emprego na Capital Paulista.

BKS é líder desde 1958 e premiado estúdio de dublagem, legendagem e animação com sede em São Paulo, Brasil, e escritórios em Miami, EUA e Chennai, na Índia.

sábado, 30 de março de 2013

Em 1979 me associei a SICAM



           Em 21 de maio de 1979, já com dois discos gravados, um compacto-simples e um compacto duplo passei a fazer parte do quadro de sócios da SICAM - Sociedade Independente de Compositores e Autores Musicais, tendo sido matriculado com o número 6372.

           Algum tempo depois comecei a receber os direitos autorais pela execução das minhas composições nas emissoras de rádio.

Na verdade nunca recebi nem 1%, do que eu esperava, mas pelo menos lembravam de mim...



sexta-feira, 29 de março de 2013

Minha primeira identidade musical



        Em 17 de setembro de 1970  fiz a minha inscrição na Ordem dos Músicos do Brasil, Conselho Regional de Sergipe, na condição de Guitarrista, Contra-Baixista e Cantor, mas só recebi a carteira um ano depois após comprovar que eu cantava e tocava em restaurantes, clubes, bares e em outros recintos.

       Exatamente em 21 de setembro de 1971 passei a exibir com orgulho a minha carteira de músico.

         Carteira essa que lamentavelmente andou sumida por bom tempo.
      Tanto que quando fui residir em São Paulo tive que solicitar outra carteira, que terminei não recebendo porque eu já era inscrito em Sergipe.

          Algum tempo depois reencontrei a minha primeira identidade musical.


Jorge Luiz ganhou Troféu “O Maioral”, em todas as edições do evento realizado de 92 a 95


No período de 1992, a 1995, na condição de empresário e apresentador, Aloísio Farias realizou o Maioral do Ano a cidade de Serrinha com o apoio de Raimundo Pinho, representante da Antárctica na região.

A equipe de trabalho comandada por Farias fazia uma pesquisa no município com o intuito de confirmar os nomes das empresas, dos empreendedores, dos radialistas, cantores, compositores e outros mais que se destacavam durante o ano.


Eu, Jorge Luiz, na condição de cantor e compositor, tive a felicidade de ser indicado em todas as edições de “O MAIORAL”.

Anualmente os vencedores recebiam um troféu estilo diploma no palco da AABB, durante solenidade de gala, com duração de cerca de três horas, contando com a presença da sociedade serrinhense.






quarta-feira, 27 de março de 2013

Minhas primeiras amigas que gravaram um disco



Ainda em 1973, depois que Agildo Alves gravou o seu segundo trabalho musical, as minhas amigas do Quarteto Instant 4 (Lina, Ady, Dina e Bel) também foram convidadas a concretizar um grande desejo.

Acreditando no potencial daquelas meninas humildes e talentosas o Empresário-Compositor Hugo Costa em parceria com a gravadora JS realizou mais um sonho.


Do lado A do compacto duplo:
Retratos de Aracaju e Domingo de Atalaia.
No lado B:
Como pintar o sertão para expor o quadro na Bienal e Gemini.

Os Arranjos e a regência ficaram por conta do Maestro Carlos Lacerda.
Ténico de som: Djalma Bahia.
Produção e Direção Geral: Jorge Santos.








Agildo Alves meu primeiro amigo a gravar um disco



Em 1973, eu ainda nem sonhava que um dia pudesse gravar um disco, mas vivia assistindo shows, ouvindo programas de rádio e visitando as emissoras de Aracaju, além de cantar no Domingo em Festival e em várias cidades do interior de Sergipe.

Inclusive tinha o hábito de escrever cartas para os programas da Rádio Jornal de Sergipe, Difusora, Cultura e Liberdade solicitando as músicas que eu gostava.


Foi então, que o Cantor Agildo Alves me falou que ia gravar o seu segundo trabalho musical.

Não demorou muito e foi lançado o compacto “PRELÚDIO EM TOM VOCÊ”, com mais três composições, de Maria Olívia:
Caminhada, Maria 73 e Milagres do amor.

O compacto-duplo foi gravado em Salvador no Estúdio JS, localizado na travessa d’Ajuda



sábado, 23 de março de 2013

“Tape” era preparado em Fita de Rolo



        Antigamente para se gravar um disco era preciso preparar um “Tape”, em uma fita de rolo.

        Inicialmente era preparado o play-back da música com os instrumentos musicais.

        Em seguida era colocado o coral e por fim a voz do artista.

        Quando essa etapa estava pronta o técnico de mixagem entrava em ação pra fazer a sua parte.

        Muitas vezes outro técnico especialista fazia o “corte” e enviava o Tape para que a indústria fonográfica fizesse a prensagem das cópias do disco.

        Esse processo foi realizado em todos os discos que gravei de 1998 até 2007.

Prensagem é o processo industrial de multiplicação da matriz de cd ou DVD.


Prensagem moderna: Crédito da foto: 3.bp.blogspot.com

Gerente de banco foi o primeiro a comprar meu disco


          Quando gravei o meu primeiro disco, um compacto simples, com as músicas: “Quero que Seja Feliz” e “Não Vivo sem Você”, ambas de minha autoria, eu era funcionário de um estabelecimento bancário, em São Paulo.
Trabalhava justamente na agencia localizada no bairro do Brás, na Capital Paulista.

          E lá tive a felicidade de vender muitos discos aos clientes.
Aliás, também aos outros funcionários e até ao gerente, Sr. Dirceu, que por sinal foi o primeiro a comprar a minha bolacha preta.
E ele comprou logo dois discos para dar um empurraozinho na minha carreira artística.

          Vale destacar que o Sr. Dirceu sempre demonstrou ser um bom amigo, além de ser um excelente patrão.


SJC


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