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quinta-feira, 13 de março de 2014

Diego Oliveira traz Forró Pé-de-serra a Salvador no projeto Forrozinho Bom


Enviado por: Preta Oster
Edição: Jorge Luiz da Silva
Serrinha, BA (da redação itinerante do Blog MUSIBOL)


Filho de nordestinos, nascido em São Paulo, Diego Oliveira despertou sua admiração  pelo ritmo nordestino ao conhecer o circuito do forró pé de serra.

A princípio, uma paixão pela dança, que reunia a juventude formada basicamente por universitários que se despertaram ao forró e a alegria de dançar. Sem nunca ter tocado algum instrumento a paixão foi arrebatadora que o fez comprar uma zabumba.

Em 2004 montou sua primeira banda de Forró chamada “Chama-Mé”, uma banda formada por jovens paulistas entrando definitivamente para o mundo do forró pé de serra.


Em 2007, veio o reconhecimento por todo seu amor ao forró, ele participa do importante “Festival Nacional de Forró” que acontece em Itaúnas no Espírito Santo, com a banda “Meketréfe”, onde se sagraram “Campeões do Festival” que proporcionou levar sua voz e a batida da zabumba por todo Brasil.

Em 2010 dá inicio ao mais novo projeto de sua carreira, com um repertório diferenciado, resgatando pérolas do forró, com uma grande qualidade musical, aliando ainda mais música e dança.


 “Mais um homem apaixonado" intitula seu CD, resume bem a maneira como Diego conduz sua carreira musical.

Ele estará na festa "Forrozinho Bom - Edição Especial" na próxima sexta-feira, dia 21 de Março, no Kantarerê.

SERVIÇO:

Diego Oliveira no Forrozinho Bom Edição Especial
Discotecagem - DJ Cody
Dia 21 de Março (sexta-feira) a partir das 23 horas
Kantarerê - Patamares (Em frente o hotel Sol Bahia)
Valor: R$15,00 até as 00h, após R$20,00







terça-feira, 11 de março de 2014

Lenine se apresenta com Orquestra Sinfônica Heliópolis


Por: Eduardo Guimarães. Território da Música. 
Edição: Jorge Luiz da Silva
Serrinha, BA (da redação Itinerante)


Foto: Divulgação
Na próxima semana o cantor e compositor pernambucano Lenine fará duas apresentações acompanhado da Orquestra Sinfônica Heliópolis, com regência do maestro Edílson Venturelli. Os shows serão realizados nos dias 21 e 23 de março, respectivamente no SESC Santos, no litoral, e no SESC Itaquera, na capital paulista.

No repertório da apresentação, canções famosas de Lenine, como "Jack Soul Brasileiro", "Leão do Norte" e "O Silêncio das Estrelas", ganham uma nova roupagem com os arranjos assinados pelo maestro, compositor, arranjador e produtor Ruriá Duprat. A junção do cantor com os músicos da sinfônica faz parte do projeto Som em Sintonia, que une a música popular com a erudita.

Confira as informações:

21/03/2014 - Santos/SP
SESC Santos - Rua Conselheiro Ribas, 136
Horário: 21h
Ingressos: R$ 4,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no Sesc e dependentes), R$ 10,00 (usuário matriculado no Sesc e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino) e R$ 20,00 (inteira).
Informações: 13 3278-9800 / www.sescsp.org.br

23/03/2014 - São Paul/SP
SESC Itaquera - Av. Fernando Espírito Sto Alves de Mattos, 1.000
Horário: 15h
Ingressos: R$ 7,00 (acesso à unidade), grátis para matriculados.
Informações: 11 2523-9200 / www.sescsp.org.br





domingo, 9 de março de 2014

Eddie Vedder no Brasil: Ingressos custam até R$ 800,00


Fonte: Território da Música.com
Edição: Jorge Luiz da Silva
Serrinha, BA (da redação Itinerante)




Foto: Divulgação

O vocalista do Pearl Jam, Eddie Vedder, traz ao Brasil pela primeira vez sua trunê solo.
O músico se apresenta em São Paulo, nos dias 07 e 08 de maio, e no Rio de Janeiro, no dia 11. Outras datas podem ser adicionadas conforme a procura por ingressos.

Além de músicas da carreira solo e de sucessos do Pearl Jam, o músico deve inserir algumas versões no repertório, canções como "Blackbird" (The Beatles), "Girl From the North Country" (Bob Dylan) e "I Believe in Miracles" (Ramones), que já foram apresentadas nessa mesma turnê. Os shows de Vedder no Brasil contarão com abertura do artista de folk rock Glen Hansard.

Haverá pré-venda exclusiva para clientes Citi e Diners nos dias 13 e 14 de março. A venda para o público em geral estará disponível em 17 de março. Os ingressos poderão ser adquiridos na bilheteria do Citibank Hall nas duas cidades, pela internet (www.ticketsforfun.com.br); pelo telefone 4003-5588; demais pontos de venda em todo o País.

07 e 08/05/2014 - São Paulo/SP
Citibank Hall - Av. das Nações Unidas, 17.955
Show de abertura: 20h30
Eddie Vedder: 21h30
Ingressos: de R$ 50,00 a R$ 800,00
Vendas online: www.ticketsforfun.com.br
Bilheteria Citibank Hall: Av. das Nações Unidas, 17.955 - Santo Amaro – São Paulo (SP)
Diariamente, das 12h00 às 20h00.
Classificação etária: 08 anos a 13 anos - permitida a entrada acompanhados dos pais ou responsáveis legais. 14 anos em diante - permitida a entrada desacompanhados.

11/05/2014 - Rio de Janeiro/RJ
Citibank Hall - Av. Ayrton Senna, 3.000
Show de abertura: 20h30
Eddie Vedder: 21h30
Ingressos: de R$ 160,00 a R$ 750,00
Vendas online: www.ticketsforfun.com.br
Bilheteria Citibank Hall: Diariamente, das 12h00 às 20h00. Av. Ayrton Senna, 3000 - Shopping Via Parque - Barra da Tijuca
Diariamente, das 12h00 às 20h00.
Classificação etária: 08 anos a 13 anos - permitida a entrada acompanhados dos pais ou responsáveis legais. 14 anos em diante - permitida a entrada desacompanhados.




sexta-feira, 7 de março de 2014

Fall Out Boy confirma show em SP; ingressos custam até R$ 450


Fonte: G1 (São Paulo)
Edição: Jorge Luiz da Silva
Serrinha, BA (da redação Itinerante)






Grupo americano de pop punk toca na cidade no dia 21 de maio.
Venda de ingressos para o público em geral começa em 24 de março.

Os integrantes do grupo Fall Out Boy no backstage do segundo e último final de semana do Coachella 2013 (a partir da esquerda): oe Trohman, Patrick Stump, Andy Hurley e Pete Wentz.
(Foto: John Shearer/Invision/AP)

O Fall Out Boy fará show em São Paulo, no Citibank Hall, no dia 21 de maio.
A apresentação foi anunciada pela produtora Time For Fun.
A banda americana de pop punk vem ao Brasil divulgar o disco "Save Rock and Roll", quinto CD do grupo.

Os ingressos custam de R$ 90 a R$ 450.
A venda para o público em geral começa em 24 de março.
Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do Citibank Hall, pela internet;
pelo telefone 4003-5588; e pontos de venda em todo o país.

"Save Rock and Roll" chegou ao primeiro lugar entre os discos mais vendidos nos Estados Unidos. Até agora, o CD levou às paradas as músicas "My Songs Know What You Did In The Dark (Light Em Up)" e "Alone Together ".
O grupo também passará por Argentina e Chile.

Formada em 2001, em Chicago (EUA), a banda é formada por Patrick Stump (vocal), Pete Wentz (baixo), Joe Trohman (guitarra) e Andy Hurley (bateria).




Compositor do Lepo Lepo faz desabafo emocionado: "lágrimas de alegria"


Fonte: IBahia 
Fotos: bahianoticias.com.br / ptnnews.com.br
Edição: Jorge Luiz da Silva
Serrinha, BA (da redação Itinerante)





"Eu agradeço do fundo do meu coração a cada um de vocês, #Obrigado aos meus #fãs que fizeram faixas lindas no carnaval para mim", disse

Filipe Escandurras, um dos compositores do hit do Carnaval, 'Lepo Lepo', fez um desabafo emocionado na tarde de quinta-feira (06). Através do Facebook, o jovem falou sobre a vida difícil que leva desde criança e agradeceu o reconhecimento do Brasil ao 'abraçar' a música que fez sucesso na voz de Márcio Victor, do Psirico. Confira na íntegra o texto:

"Eu venho de um beco estreito, que nesse mesmo beco existe viela, pessoas humildes, sonhadoras, guerreiras e sinceras que vive do lado da miséria, longe da inveja. (ANÁLISE Quem nos invejaria !? Morando no beco estreito, sem carro, duro, sem salário, com um teto humilde e divido por uma família inteira vivendo de ajuda de custo? Rs Pois é! Sou do tempo do pão com manteiga e suco kissuky sabe ? O conhecido como "mancha pulmão!?" Krean kraker, Tb do  "Ovo" com farinha .. Aquela velha farofa. Sabe o que é dar 10 passos ao sair de casa e lhe dar de frente com uma boca de tráfico ?! E você ter que conviver com isso todos os dias ? Driblar o errado todos os dias ? Não é fácil não", escreveu.


"No meio de guerra de traficantes , de abordagem estúpidas de policiais, tiros e tiros.. Ai Deus! Gente,eu presenciei a morte do meu irmão!  policiais covardes, eu vi! Com os meus olhos eles atirando em meu irmão, mas enfim. Vou chegar aonde eu quero.. É gente, eu também já fui inúmeras vezes de buzu ou de carona pra porta de estúdio "horas a esperar" artistas pra poder mostrar um pouco do meu trabalho. Muita gente acreditou em mim e, poucos desacreditaram. Ja teve um "artista" renomado no brasil.. Que eu falei que o meu sonho era mostrar um música pra ele e ele respondeu assim: "Não vai realizar".  Hoje no repertório dele tem 3 a 4 musicas minha..rs a vida é assim! Eu nunca perdi a minha #Fé não foi fácil galera.. Não foi fácil chegar até aqui", completou.

"Eu agradeço do fundo do meu coração a cada um de vocês, #Obrigado aos meus #fãs que fizeram faixas lindas no carnaval para mim ao povo, a minha #Mãe Meu #Pai minha #Família #Amigos ao #Brasil por acolher as minhas composições de uma maneira esplêndida e linda, ao meu maior e todo poderoso #Deus que dedico toda a honra e glória somente a ele. Aos meu parceiro de composição Magno Santann'a. A Banda Psirico ao meu painho Márcio Victor, a todos os artistas que cantaram a toda impressa. A todos os compositores baianos e do brasil. Esse prêmio é nosso galera! #Ganhamos #Ganhamos #Ganhamos #Ganhamos  #LepoLepo #MúsicadoCarnavaL #Composição @magnosantanna1 E Filipe_Escandurras Obrigado Jesus Cristo Deus!!! É tudo seu meu Senhor  As minhas lágrimas são de alegria", finalizou.





quarta-feira, 5 de março de 2014

Emoção, choro e obrigado: os últimos momentos de Bell Marques à frente do Chiclete com Banana


Por: Hailton Andrade*. Fonte: IBahia
Edição: Jorge Luiz da Silva
Salvador, BA (da redação Itinerante)



Confira o trajeto da despedida do vocalista, que deixa a banda após mais de 30 anos de história


O Carnaval de Salvador ficará marcado pelas despedidas em 2014.
A principal delas, a saída de Bell Marques do Chiclete com Banana.
Neste caso, não é apenas a despedida de um membro importante da banda, mas uma mudança que mexe com toda uma nação, a chicleteira.
Uma nação de fãs dos mais diversos, dos que podem pagar quase mil reais por uma abadá ou que curtem tudo na pipoca.

O desfile do bloco Camaleão começou por volta das 14h. Até o final do circuito Osmar, seria preciso resumir os mais de 30 anos de estrada do grupo em algumas horas de muita nostalgia. A saída já ditava o clima de despedida, a cada cumprimento de Bell ao público, a cada leitura dos cartazes levados pelos foliões - eram centenas.

Na primeira música, um prenúncio da sequência de emoções que seriam despertadas no trajeto: o sucesso "Se me chamar eu vou". E o chamado era da Praça Castro Alves, mas até lá os últimos passos dos chicleteiros na Era Bell Marques ainda teriam alguns capítulos. Bell não quis falar muito e preferiu colocar em prática o que mais sabe fazer. Agitou a galera, mas a passagem do Chiclete com Banana no corredor da folia foi discreta. É que o melhor ainda estava por vir . Na esquina da Casa D'Itália, o primeiro momento especial da despedida do vocalista e sua tradicional bandana.

"Essa é uma área especial. Sempre foi um encontro bacana esse nosso com vocês aqui na frente da casa D'Itália. Vamos à Praça Castro Alves", disse Bell durante a apresentação no tradicional cruzamento. A partir dali, parecia que todos os foliões nas ruas do Campo Grande tinham ido à festa apenas para ver o Chiclete. Uma multidão que sabia todas as músicas do grupo na ponta da língua. No caminho, diversas homenagens dos fãs que desejavam sorte na nova jornada de ambos.

Avenida - A Avenida Sete de Setembro tem 4,6 km de extensão, mas nesta terça parecia ser mais longa, do tamanho da história do Chiclete com Banana, com direito a sol e chuva. Lentamente, o trio do Camaleão cruzou a pista a tempo de Bell Marques agradecer várias pessoas, nas sacadas dos seus apartamentos, nos becos, nos passeios. Fez dona Marinalva chorar copiosamente da janela, pediu para seu Zelito, de 94 anos, dançar o Lepo Lepo do Psirico e deu atenção ao maior número de chicleteiros que pôde. Leu cada faixa, sorriu e, de novo, agradeceu. "Que saudade da Avenida. Isso aqui é bom demais", afirmou o vocalista.

O choro era o momento mais aguardado, mas tinha hora e lugar para acontecer. Não era nada combinado, só sabido mesmo. Afinal, havia muita gente na Avenida Sete. E muita gente ainda era pouco. "O mundo inteiro desembarcou do lado do Chiclete e isso tudo é carinho", observou Bell, que se impressionou com a quantidade de pessoas que acompanhou o desfile. Sempre pedindo cuidado aos foliões e parando de cantar para tentar desafogar a galera do aperto. Ele também botou todo mundo para cantar sucessos como "Será", da Legião Urbana, e "Fogo e Paixão", de Wando.

Praça - A chegada do Chiclete na Praça Castro Alves talvez tenha sido um dos momentos mais marcantes do Carnaval 2014. Algo maior do que multidão estava lá. O trio parou no meio do local e mesmo toda aquela gente parecia ser apenas uma parte da nação chicleteira. Os olhares de todos os foliões estavam voltados para o cara da bandana. Os olhares do Chiclete estavam perdidos no horizonte. Era gente demais (Perdão pelo exagero. É necessário).

Aos gritos de "Sabe... Sou chicleteiro, com muito orgulho, com muito amor", Bell Marques só conseguiu agradecer. "Eu não vou quebrar a tradição do Chiclete de tocar para vocês na Praça e falar muito aqui. Só quero deixar o meu muito obrigado a todos vocês". O tecladista Wado Marques pediu uma pausa e, assim como todos os integrantes da banda, abraçou Bell, que chorou. Ele e muitos dos foliões. O desejo era de boa sorte. Juntos eles atravessaram a história do Carnaval, da simplicidade à estrutura complexa dos dias atuais. Vida que segue.

Bell Marques não conseguia escolher uma canção para encerrar sua apresentação. Aí decidiu iniciar um pout-pourri. Apenas ele e sua guitarra. Bastava entoar os primeiros versos e deixar o povo cantar. Um hit atrás do outro. A corda já estava no chão. Se fosse um bloco, seria o maior do mundo. Já era a maior pipoca. A despedida acabou ali, mas o trio ainda subiria a ladeira no caminho à Praça da Sé. Subiu com Bell Marques cantando, o Chiclete tocando, como se esse dia não tivesse fim.

*O repórter acompanhou todo o trajeto do bloco Camaleão em cima do trio e registrou em fotos e vídeos vários dos momentos citados na matéria, mas a câmera digital usada foi roubada na Praça Castro Alves, no meio da multidão. Apesar do jornalista não ter presenciado uma briga sequer, a violência, infelizmente, também seguia o Chiclete neste dia histórico.





terça-feira, 4 de março de 2014

Tatau deve pagar R$ 3 milhões ao Ara Ketu se quiser sair da banda


Fonte: IBahia
Edição: Jorge Luiz da Silva
Salvador, BA (da redação Itinerante)



O contrato do artista segue até 2015 e a empresa afirma que não abre mão da marca; Tatau desfila com o bloco nesta terça (04)

Apesar de já divulgada a saída do cantor Tatau da banda Ara Ketu, o bloco desfilará nesta terça-feira de Carnaval (04), a partir das 15h, no circuito Dodô (Barra-Ondina) trazendo o artista.

Na saída de domingo, o bloco se apresentou  com o cantor Magary Lord.

O motivo do desentendimento de Tatau com o Ara Ketu ainda não foi totalmente esclarecido, mas o fato é que o cantor tem contrato com a empresa administradora do bloco e da banda até 2015, e para deixar a grupo precisaria pagar uma multa no valor de R$ 3 milhões.

A empresa não abre mão da marca Ara Ketu.






Paula Fernandes se veste de Cleópatra e canta em trio em Salvador.


Fonte: IG.com.br. Fotos: Ag News.
Edição: Jorge Luiz da Silva
Salvador, BA (da redação Itinerante)



Paula Fernandes aproveitou uma brechinha na agenda de shows para curtir o carnaval baiano.

Na segunda-feira (03), a cantora não foi apenas espectadora.
Paula subiu no trio do Asa de Águia e deu uma palhinha ao lado de Durval Lelys, que apareceu no circuito Barra-Ondina vestido de Faraó.

No mesmo clima do cantor baiano, Paula no trio vestida de Cleópatra, escondendo seus longos fios embaixo de uma peruca.





segunda-feira, 3 de março de 2014

Documentário "50 Anos do Rock Brasileiro" pode ser visto na íntegra na web


Por: Lizandra Pronin. Território da Música.com
Edição: Jorge Luiz da Silva
Salvador, BA (da redação Itinerante)


Foto: Reprodução

O documentário "50 Anos do Rock Brasileiro", idealizado pelo músico Marcelo Rossi, está disponível na internet na íntegra, tem apoio do PROAC, da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, e traz depoimentos de mais de 50 personalidades.

"Trata-se de uma história de herois e heroínas, sangue, suor e lágrimas. Pessoas que foram á luta, correndo atrás de seus sonhos", avisa o trailer. O documentário é dividido em quatro partes, focadas na história cronológica do rock no Brasil: "Anos 50 e 60", "Anos 70 - Os Anos de Chumbo", "Anos 80" e "Anos 90 e 2000".

Entre os participantes estão Serguei, Oswaldo Vecchione (Made In Brazil), Sergio Hinds (Terço), Guilherme Isnard, Roger Moreira, Clemente, Marcelo Nova, Walcir Chalas (Woodstock Discos), Edu Ardanuy (Dr. Sin), Paulão Thomaz (Baranga), Gastão Moreira (ex-MTV).

Conhecido como Reverendo, Marcelo Rossi dos Santos, é vocalista e baixista. O músico integrou a banda Exxótica e hoje tem uma banda chamada Reverendo. Rossi produziu e dirigiu o documentário "50 Anos do Rock Brasileiro". Assista abaixo:

50 ANOS DO ROCK BRASILEIRO - Parte 1: Anos 50 e 60

50 Anos do Rock Brasileiro - Parte 2 (Anos 70 - Os Anos de Chumbo...)

50 Anos do Rock Brasileiro - Anos 80 (Parte 3)

50 Anos do Rock Brasileiro - Anos 90 e 2000 (Parte 4 e final)





sábado, 1 de março de 2014

Rejeitados, ainda bem!


Por: Rafael Sartori
Montagem / TDMusica (Dimebag Darrell, Slash e Elvis Presley).
Edição: Jorge Luiz da Silva
Interlagos, BA (da redação Itinerante)



Portas fechadas no início foram fundamentais para a trajetória vitoriosa de algumas bandas e músicos.

Todos gostam de histórias de superação. De gente que foi rejeitada, mas não desistiu de seus sonhos e acabou, de um jeito ou de outro, dando a tão famosa “volta por cima”.
A perseverança, a confiança e a fé realmente são recompensadoras quando as coisas acabam bem e se tem a sensação de que a justiça foi feita.

O exemplo mais recente disso no mundo dos negócios é Jan Koum, o ucraniano fundador do aplicativo Whatsapp. Ele foi rejeitado pelo Facebook alguns anos atrás ao se candidatar a uma vaga de emprego, mas isso não o desanimou. Pelo contrário. Decidiu criar sua própria empresa para desenvolver o aplicativo, que se tornou um enorme sucesso e, recentemente, foi comprado pelo mesmo Facebook por nada menos que US$ 19 bilhões - entre dinheiro vivo e ações. Já seu sócio, Brian Acton, também já havia sido reprovado em processos seletivos não só do Facebook, mas também do Twitter.

Mark Zuckerberg deve ter se arrependido amargamente de não ter contratado a dupla quando pode, economizando assim alguns de seus bilhões. Isso me lembrou a clássica história de Dick Rowe que, no caso, deixou de ganhar os seus. Ele era o mandachuva da Decca Tapes no início dos anos 1960 e se recusou a assinar com uma nova banda de Liverpool chamada... The Beatles. Segundo ele, grupos de rock que usavam guitarras eram apenas uma moda passageira. George, Paul, Ringo e John tomaram ainda muitos outros “nãos” até conseguirem, finalmente, estrear pela Parlophone, em 1963.

Já Elvis Presley, quando tentou a sorte em um famoso programa de rádio de Nashville, foi aconselhado a se dedicar apenas ao seu outro emprego, o de dirigir caminhão. Einstein, Tolstoi, Beethoven, Thomas Edison, Walt Disney são outros gênios que, quando jovens, eram considerados inaptos, incompetentes ou simplesmente burros demais, e foram desencorajados por seus pais e professores. Mas isso só deu mais combustível para que se aperfeiçoassem e trabalhassem ainda mais duro.

Todos acreditavam em si mesmos e não se deixaram abater com as adversidades. Foram em frente e venceram. Assim como Koum, existem músicos que, olhando para trás, podem dar graças a Deus por terem sido rejeitados quando estavam começando. O guitarrista Slash, por exemplo, foi oficialmente testado para entrar no Poison no começo dos anos 1980. C.C. DeVille acabou sendo o escolhido não porque ele tocou melhor, mas porque tinha, principalmente, o visual certo - o que para a banda significava cabelos loiros, maquiagem carregada e uma jaqueta de couro branca.

Alguns anos depois, já totalmente comprometido com o Guns n’ Roses, foi ele quem preferiu não levar a sério a proposta de Dave Mustaine para entrar no Megadeth. Os dois se tornaram grandes amigos e faziam jams com frequência no fim da década de 1980 (por mais estranho que isso pareça), quando a banda estava procurando um substituto para Chris Poland. Vale lembrar, inclusive, que o próprio Megadeth surgiu apenas depois da expulsão de Mustaine do Metallica.

Quem quase aceitou o cargo foi Dimebag Darrell, mas ele exigiu que seu irmão Vinnie Paul fosse com ele, o que inviabilizou o negócio. Mustaine já havia contratado Nick Menza na bateria e, no final, Marty Friedman ficou com a vaga de guitarrista. Dimabag e Vinnie, então, colocaram todas as suas forças no Pantera e fizeram dela uma das maiores bandas do metal.

Slash seguiu com o Guns n’ Roses, lançando os dois volumes, extremamente bem-sucedidos, de “Use Your Illusion”. Alguns anos após dessa turnê, foi a vez de sua banda “experimentar” Zakk Wylde, antes de ela desmoronar. Segundo o baixista Duff McKagan, ele e Slash chegaram a compor algumas faixas e a gravar uma demo com o guitarrista, mas as coisas ficaram por isso mesmo. Zakk Wylde, por sua vez, já era conhecido por ter substituído Jake E. Lee na banda de Ozzy - e Jake, vale dizer, só foi atrás do ‘madman’ após ter sido demitido por Dio.

Poderíamos passar horas fazendo essas conexões e todos esses encontros e mudanças podem ser creditadas a fatores como sorte, acaso, intuição e até necessidade. Mas já imaginou o que teria sido de todas essas bandas, de todos esses músicos, e de todos os discos clássicos feitos por esse pessoal se todas essas idas e vindas tivessem se concretizado?




Noel Gallagher está trabalhando em novo álbum


Fonte: Globo Rádio
Edição: Jorge Luiz da Silva
Interlagos, BA (da redação Itinerante)



O Oasis segue sem previsão de volta, mas os irmãos Gallagher estão mais ativos do que nunca.

O Beady Eye, de Liam e membros remanescentes da banda, já tem dois álbuns na bagagem.

Agora é a vez de Noel iniciar a temporada de gravações para o sucessor do elogiado "Noel Gallagher's High Flying Birds", que atingiu o topo das paradas britânicas.

Segundo o produtor Mark Coyle, que atualmente trabalha com Noel, o músico tem cerca de 50 músicas novas a serem selecionadas para o repertório do disco.

Ele afirma ainda que a sonoridade das canções lembra "Definitely maybe", o álbum de estreia do Oasis que acaba de ganhar uma reedição especial.

As informações são Billboard Brasil.





SJC


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