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sábado, 18 de agosto de 2018

Os 95 maiores músicos brasileiros


Texto: Eduardo Aranhaem
Fonte: Mundo de Musicas
Fotos: Reprodução (Garimpadas na internet - Google.com.br)
Edição e arte: Jorge Luiz da Silva
Serrinha, BA (da redação Itinerante)


Ao falarmos de música brasileira não é difícil evocarmos na nossa mente sons que representem o tesouro cultural que é género tão próprio do Brasil.

Nascida a partir de elementos sonoros europeus, africanos e indígenas, a música brasileira foi-se construindo ao longo dos séculos, trabalhada quer por colonizadores portugueses, quer por escravos e nativos que ocupavam o Novo Mundo.

Com uma forte presença de instrumentos como chocalhos, flautas e tambores, é uma música especialmente composta para cantar e dançar.
O próprio samba que o confirme.


 


Dentro dos muitos subgéneros que encontramos na Música Brasileira há um que se destaca acima de todos os outros: A Música Popular Brasileira.

Com especial crescimento desde 1996, acompanhando a segunda geração de bossa nova, a MPM consegue ligar dois movimentos musicais até então divergentes: a bossa nova, que defendia a sofisticação musical e o engajamento folclórico dos Centros Populares de Cultura da União Nacional dos Estudantes, que acreditava na fidelidade à música de raiz brasileira.

O resultado foi toda uma geração de grandes músicas brasileiros que nos brindaram com clássicos que se tornaram bem-sucedidos até mesmo fora do Brasil.






De forma a nomearmos os grandes músicos brasileiros decidimos basear este artigo no top apresentado pela revista Rolling Stone, em 2008, que traça um top 100 dos maiores artistas da Música Popular Brasileira.

A Rolling Stone é uma publicação norte-americana, publicada todos os meses, que se especializa em conteúdos de música: artigos, entrevistas, reviews de álbuns, entre outros.

No entanto, a Rolling Stone assume também uma posição de vanguarda ao relacionar a música com temas sérios da atualidade política, económica e cultural.



Os 95 maiores músicos brasileiros segundo a revista Rolling Stone
1. TOM JOBIM
2. JOÃO GILBERTO
3. CHICO BUARQUE
4. CAETANO VELOSO
5. JORGE BEN JOR
6. ROBERTO CARLOS
7. NOEL ROSA
8. CARTOLA
9. TIM MAIA
10. GILBERTO GIL
11. DORIVAL CAYMMI
12. PIXINGUINHA
13. LUIZ GONZAGA
14. ELIS REGINA
15. RITA LEE
16. CHICO SCIENCE
17. PAULINHO DA VIOLA
18. VINICIUS DE MORAES
19. RAUL SEIXAS
20. MILTON NASCIMENTO






21. ARNALDO BAPTISTA
22. MARIA BETHÂNIA
23. HEITOR VILLA-LOBOS
24. ROGÉRIO DUPRAT
25. RENATO RUSSO
26. BADEN POWELL
27. GAL COSTA
28. MANO BROWN
29. ARY BARROSO
30. HERMETO PASCOAL
31. NEY MATOGROSSO
32. TOM ZÉ
33. JOÃO DONATO
34. CAZUZA
35. CARMEN MIRANDA
36. MOACIR SANTOS
37. ERASMO CARLOS
38. WILSON SIMONAL
39. NELSON CAVAQUINHO
40. CÁSSIA ELLER
41. ZÉ RAMALHO
42. ITAMAR ASSUMPÇÃO
43. MARISA MONTE
44. NARA LEÃO
45. LUIZ MELODIA
46. LULU SANTOS
47. MAX CAVALERA
48. ADONIRAN BARBOSA
49. JACKSON DO PANDEIRO
50. MARCOS VALLE





51. CLARA NUNES
52. SÉRGIO MENDES
53. MÁRIO REIS
54. BRAGUINHA
55. ELIZETH CARDOSO
56. EDU LOBO
57. MORAES MOREIRA
58. ALCEU VALENÇA
59. MARTINHO DA VILA
60. NELSON GONÇALVES
61. MAYSA
62. NANÁ VASCONCELOS
63. JOÃO BOSCO
64. LOBÃO
65. JACOB DO BANDOLIM
66. EUMIR DEODATO
67. ORLANDO SILVA
68. LUPICÍNIO RODRIGUES
69. OTÍLIA AMORIM
70. EGBERTO GISMONTI




71. LÔ BORGES
72. MARCELO CAMELO
73. MARCELO D2
74. ODAIR JOSÉ
75. LANNY GORDIN
76. JOHNNY ALF
77. DOLORES DURAN
78. JARDS MACALÉ
79. ARRIGO BARNABÉ
80. DJAVAN
81. LENINE
82. ZECA PAGODINHO
83. HERBERT VIANNA
84. RODRIGO AMARANTE
85. FRED ZERO QUATRO
86. LAMARTINE BABO
87. RADAMPES GNATALLI
88. FRANCISCO ALVES
89. ISMAEL SILVA
90. JAMELÃO
91. ARACY DE ALMEIDA
92. JÚLIO BARROSO
93. GUILHERME ARANTES
94. MARINA LIMA
95. ARNALDO ANTUNES 







Concorda com este top 95 de grandes músicos brasileiros?
Acha que falta algum nome fundamental na lista?
Queremos saber a sua opinião!






quinta-feira, 19 de julho de 2018

"Você Verá que Errou" agora está no Youtube

Fonte: Blog da rádio web Jolusi 
Imagens: Arquivo pessoal e garimpadas na internet
Edição: Jorge Luiz da Silva
Serrinha, BA (da redação Itinerante)






A música gravada em 1984, por Jorge Luiz, “Você Verá Que Errou” transformada em vídeo caseiro está sendo publicada no YouTube 34 anos depois que foi lançada, integrando o LP CONSELHO DE AMIGO. 


Composição do Serrinhense Jorge Luiz da Silva em parceria com o sergipano Cid Moraes, na época, discotecário da rádio Jornal de Sergipe, e depois relançada no LP NÃO SEJA TÍMIDO, em 1986.




Clique no link abaixo para ouvir a música:






terça-feira, 29 de maio de 2018

Um xodó muito especial




Texto, edição e arte: Jorge Luiz da Silva
Imagens: 
Arquivo pessoal e Google.com.br

Serrinha, BA (da redação Itinerante)





Aos 3 anos de idade eu era o xodó especial dos meus saudosos pais. 

E eles procuravam sempre fazer o melhor para mim. 

Eu cresci rodeado de muito amor e carinho.


No entanto na hora de registrar um momento marcante, não sei porque, eu não demonstrava muita alegria...

Apesar de que na hora de posar para a posteridade, não deixava de mostrar as qualidades de um galã infantil. 






Um detalhe curioso:

Naquela época eu ainda não conhecia a televisão 

A TV Itapoan, canal 5, Salvador-Bahia, só foi fundada em 1960 pelos Diários Associados.




Uma idade muito especial! 


Aos 3 anos, a criança poderá formar um pouco da sua identidade. Isso porque, é uma fase na qual ela aceita a diversidade e começa a viver – e aceitar – a convivência numa sociedade multicultural. Por isso, aproveite o momento para trazer uma educação livre de preconceitos, ensinando seu filho a respeitar as diferenças. Acompanhe também o que seu filho assiste na TV, já que ele pode absorver muito dos estereótipos de cultura que são transmitidos pelos programas e anúncios. O importante é estar ao lado dele discutindo, explicando, enfim, educando. Seu filho já é capaz de entender argumentações e é capaz de conviver e brincar com outras crianças, então a hora é essa mesmo! 

Fonte: paisefilhos.uol.com.br/linha-do-tempo/crianca/tres-anos







terça-feira, 10 de abril de 2018

A primeira foto encontrada



Texto, edição e arte: Jorge Luiz da Silva
Imagens: Google.com.br / Arquivo pessoal.
Serrinha, BA (da redação Itinerante)






Em uma terça feira, dia 14 do mês de dezembro do ano de 1954 sob o signo de sagitário, nasceu em Serrinha – Bahia, Jorge Luiz da Silva, filho primogênito do saudoso casal: Antonio Jayme Ferreira da Silva e Marival dos Santos Silva.







A primeira foto encontrada.
Jorginho com 3 meses de idade (março de 1955)

Nesta idade, o bebe geralmente já consegue seguir um objeto em movimento, abrir e fechar as mãos, emitir sons e gorjeios, levantar a cabeça a 45º, quando o deita de barriga para baixo, e mover pernas e braços com energia, entre outras capacidades.

Em nenhum outro período da vida o ser humano faz tantas conquistas motoras, mentais e sociais quanto nos primeiros meses.


Jorginho com 3 meses de idade







quarta-feira, 14 de março de 2018

Banda Plutão Já Foi Planeta lança primeira música inédita após álbum de 2016



Texto: Mauro Ferreira
Fonte: G1.Globo.com
Foto: Reprodução
Edição: Jorge Luiz da Silva
Salvador, BA (da redação Itinerante)




Atração do Lollapalooza Brasil na edição do festival que acontece neste mês de março de 2018, a banda potiguar Plutão Já Foi Planeta vai se apresentar na cidade de São Paulo (SP) com música nova em rotação na web e no roteiro do show. Sem apresentar música inédita desde a edição do segundo álbum, A última palavra feche a porta (2016), lançado há dois anos, o quinteto promove Estrondo, música de autoria da vocalista e compositora do Plutão Já Foi Planeta, Natália Noronha. 

Já disponível nas plataformas digitais pelo selo slap, o single Estrondo foi produzido pelos integrantes da banda ao lado de Thommy Tannus. Na letra da música, a palavra estrondo é usada no sentido de pororoca, tal como na língua tupi. 

Nos versos metafóricos, Natália fala do encontro das correntes fluviais com as águas oceânicas como se esse fenômeno da natureza simbolizasse as ondas agitadas de turbulenta relação afetiva. "Esse evento natural tem uma força tão grande que é capaz de deixar rastros de destruição nas margens do rio, assim como pode acontecer em uma relação", compara a compositora. 

Musicalmente, Estrondo incorpora certa latinidade e teclados de sonoridade alusiva à década de 1980 sem diluir a pegada pop evidenciada no último álbum de Plutão Já Foi Planeta. 






quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

O Anjo Pequeno de Lane Helena


Texto e edição: Jorge Luiz da Silva
Imagens: Arquivo pessoal e Google.com.br
Salvador, BA (da redação Itinerante)



A matéria que eu escrevi e postei em 12 de abril de 2013, aqui no blog da JOLUSI FM sobre o disco gravado pela cantora Lane Helena em 1983, despertou a curiosidade de um pesquisador musical, da sua própria filha e de outras pessoas que inclusive entraram em contato demonstrando interesse no seu trabalho musical.


Infelizmente eu não consegui um aparelho com a qualidade que eu queria para converter as músicas do compacto simples em MP3, mas, com uma razoável qualidade deu para mostrar a obra da minha amiga para os seus fãs.


Inclusive resolvi elaborar e produzir um vídeo para postar no YouTube.



A música “Anjo Pequeno” é parte integrante no Lado A, do seu primeiro compacto-simples.

Uma composição de Tyrço de Roma.


Clique no link abaixo para ver a primeira matéria sobre a cantora Lane Helena:






Clique no link abaixo para assistir o vídeo da música "ANJO PEQUENO", de Tyrço de Roma, na oz de Lane Helena.







segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Caetano assina direção musical do projeto em que Teresa Cristina canta Noel Rosa


Texto: Mauro Ferreira
Fonte: G1.Globo.com
Foto: Reprodução
Edição: Jorge Luiz da Silva
Salvador, BA (da redação Itinerante)






Batuque é um privilégio. O verso-sentença do samba-canção Feitio de oração (Vadico e Noel Rosa, 1933) é o subtítulo do projeto em que a cantora carioca Teresa Cristina dá voz à obra do compositor conterrâneo Noel Rosa (1910 – 1937). O show Teresa canta Noel – Batuque é um privilégio estreia neste primeiro semestre de 2018. Caetano Veloso assina a direção musical.


A abordagem do cancioneiro de Noel – o compositor brasileiro mais relevante da década de 1930, afiado cronista musical dos costumes da época – é o terceiro projeto consecutivo de Teresa Cristina em torno do repertório de um determinado compositor. Dedicado ao cancioneiro do compositor carioca Cartola (1908 – 1980), o show anterior Teresa Cristina canta Cartola – Um poeta de Mangueira estreou em novembro de 2015, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), e gerou disco ao vivo em 2016. Antes, em 2012, a cantora abordou o repertório de Roberto Carlos em álbum derivado de show de 2011 e gravado em estúdio com o grupo carioca Os Outros.





terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Elizabeth, a Gatinha do Mato


Fontecantorasdobrasil.com.br
Fotos: Reprodução
Edição e arte: Jorge Luiz da Silva
Serrinha, BA (da redação Itinerante)




Elizabeth é uma cantora e compositora brasileira, integrante da Jovem Guarda. Ficou conhecida com o apelido de "Gatinha do mato". Iniciou sua carreira em 1966, quando gravou um compacto com as canções "Que Saudade Que Eu Tenho" e "Tanto Azul".

Descoberta pelo compositor João de Barro em 1966 quando se apresentava em um colégio, a cantora Elizabeth gravou nesse mesmo ano seu primeiro compacto, com as músicas "Que saudades que eu tenho" e "Tanto azul", sendo apontada como uma das revelações do ano. O primeiro LP, "A Canção Que Chegou", foi lançado no mesmo ano pela gravadora Continental, que incluía o samba "Pedro Pedreiro", de Chico Buarque e "Eu Preciso Aprender a Ser Só" (Marcos Valle / Paulo Sérgio Valle). Também compositora, em 1967 o cantor José Ricardo gravou sua música "Pelo bem maior". Em 1967 participou do Festival da MPB com a música "Balada do Vietnan" (Elizabeth / David Nasser), gravada por ela em um compacto no mesmo ano. 

Em 1969 fez enorme sucesso com a música "Sou louca por você" (Elizabeth), gravada no LP "Eu, Elizabeth". Outro grande sucesso foi "Pra Começo de Assunto (Lá lá lá lá)" (Elizabeth), gravada em 1971. 

Apesar de ter começado a carreira de cantora e compositora com uma mistura de samba, bossa-nova, sambalanço e de uma certa influência da cantora Maysa, Elizabeth acabou sendo muito associada ao movimento da Jovem-Guarda por conta de suas composições românticas. Muito bonita, durante o período em que esteve em evidência estampou diversas capas de revistas, e fez relativo sucesso no exterior, em países como México, Portugal e Angola. 

Como compositora Elizabeth foi muito gravada, inclusive por intérpretes de prestígio como Dóris Monteiro, Clara Nunes, Angela Maria, Wilson Simonal, Roberto Silva e Ciro Monteiro, além de Cláudia Barroso, Jerry Adriani, Wanderley Cardoso, Martinha, Rosemary, Agnaldo Timóteo, Waleska e Agnaldo Rayol, dentre outros.




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