quarta-feira, 5 de julho de 2017

Ode em prêmio, biografia, show com Nação e álbum mantêm Ney em cena


Texto: Mauro Ferreira
Fonte: G1.Globo.com
Fotos: Reprodução
Edição e arte: Jorge Luiz da Silva
Salvador, BA (da redação Itinerante)





A menos de um mês de completar 76 anos, em 1º de agosto, Ney Matogrosso continua no olho do furacão. Iniciada em fevereiro de 2013, a extensa turnê do show Atento aos sinais já está na reta final. Mas homenagem em prêmio, biografia, show com a Nação Zumbi e álbum de estúdio se encarregarão de manter o cantor sul mato-grossense em evidência ao longo dos próximos meses.

A celebração da obra do artista na 28ª edição do Prêmio da Música Brasileira está programada para o dia 19 deste mês de julho de 2017 em festa-show no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Até Chico Buarque, geralmente arisco a eventos do gênero, confirmou presença no elenco de intérpretes com a intenção de cantar As vitrines (1982), música de Chico já gravada por Ney para a trilha sonora do filme Chico – Artista brasileiro (2015).


A biografia está sendo escrita pelo jornalista paulistano Julio Maria – autor do melhor livro sobre a cantora Elis Regina (1945 – 1982), Elis Regina – Nada será como antes (Master Books, 2015) – e será publicada pela editora Companhia das Letras. O desafio do jornalista é apresentar uma biografia que retrate o cidadão Ney de Souza Pereira de forma tão profunda como a exposição do artista no livro Um cara meio estranho (Rio Fundo Editora, 1992), escrito por Denise Pires Vaz, editado há 25 anos e há muito tempo fora de catálogo.


O inédito show com a Nação Zumbi acontece em setembro, dentro da programação do palco Sunset da sexta edição carioca do festival Rock in Rio. Músicas dos repertórios do grupo Secos & Molhados e da banda pernambucana estão previstas no roteiro do show. Antes, em 22 de agosto, estreia no Teatro dos Quatro, no Rio de Janeiro (RJ), um show em homenagem ao cantor, Puro Ney, protagonizado pelos cantores Marcos Sacramento e Soraya Ravenle.

Já o álbum está em processo de gestação. Abortado o projeto de um disco focado nos cancioneiros de compositores marginalizados pelo mercado fonográfico brasileiro, Ney começou a preparar álbum de carreira, com regravações de músicas brasileiras e algumas inéditas. Uma das composições cogitadas para o repertório do álbum é A maçã (Raul Seixas, Paulo Coelho e Marcelo Motta, 1975).

(Crédito da imagem: Ney Matogrosso em foto de divulgação Fábio Piva / Red Bull Studios / Rock in Rio)











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